quarta-feira, junho 11, 2008

Brisa do coração

Continuo submersa em (mil) tarefas de final de" época" (como todos vocês, sei) à mistura com entrevistas para fazer e depois para transcrever... dados para começar a tratar... preparar a apresentação de todo o trabalho feito até agora para o mestrado (daqui a uma semana sou eu a apresentar e as provas de aferição atrasaram tudo... concebi um mini site privado com links para o material construído e espero conseguir concluir tudo a tempo)... criar mais instrumentos e recolher mais uns dados que faltam... concluir avaliações dos alunos... relatórios... avançar nas leituras para as quais tem sobrado tempo de menos (o livro em mãos é delicioso e só me apetecia parar para saborear melhor e aprender mais... mas a vida é como é... e o que menos a tutela deseja que façamos é ler e aprender, pelo que se vai vendo das acções em catadupa e das remodelações estatutais, portanto...).

Tudo para explicar por que razão deixo aqui esta brisa... Preciso dela. Muito. De alguma paz que contrabalance a excessiva agitação destes tempos, deste anos sem tino que vão comprometer muitos futuros...





A brisa do coração...

Lua que brilha branca na manhã
Sobre o mercado dos melões de Ouro
Curiosa espreita as casas cor de rosa
À procura do nosso tesouro

O segredo a descobrir está fechado em nós
O tesouro brilha aqui embala o coração mas
Está escondido nas palavras e nas mãos ardentes
Na doçura de chorar nas carícias quentes

No brilho azul do ar uma gaivota
No mar branco de espuma sonoro
Curiosa espreita as velas cor de rosa
À procura do nosso tesouro

O segredo a descobrir está fechado em nós
O tesouro brilha aqui embala o coração mas
Está escondido nas palavras e nas mãos ardentes
Na doçura de chorar nas carícias quentes


(De um antigo Best of Dulce Pontes... )

3 comentários:

Maria do Carmo Cruz disse...

Pois que a brisa te refresque a alma, que a Força te não abandone, que o Tempo se multiplique e que em breve te possas sentir deliciosamente cansada. Daqui vejo Portugal "quase" a arder e temo. Mas, por outro lado, sei que como povo (não raça), quando nos agarramos ao vento que nos resta, usamo-lo não para atear mas para apagar o incêndio. Assim seja. Beijo solidário da Avó Pirueta

Paulo Lopes disse...

Olá Teresa. Passei-lhe uma "batata quente" afinal para que servem os maridos das amigas? Passe por favor no meu blog, reveja-se e se for o caso, se achar bem, de seguimento ao "prémio".

3za disse...

Vai refrescando como pode...
Tempos difíceis aqui na terra... Beijo grande

E, Paulo, vou espreitar... :)