sábado, janeiro 21, 2006

Hoje acordei e...

Sick

by
Shel Silverstein

"I cannot go to school today,"
Said little Peggy Ann McKay.
"I have the measles and the mumps,
A gash, a rash and purple bumps.
My mouth is wet, my throat is dry,
I'm going blind in my right eye.
My tonsils are as big as rocks,
I've counted sixteen chicken pox
And there's one more--that's seventeen,
And don't you think my face looks green?
My leg is cut--my eyes are blue--
It might be instamatic flu.
I cough and sneeze and gasp and choke,
I'm sure that my left leg is broke--
My hip hurts when I move my chin,
My belly button's caving in,
My back is wrenched, my ankle's sprained,
My 'pendix pains each time it rains.
My nose is cold, my toes are numb.
I have a sliver in my thumb.
My neck is stiff, my voice is weak,
I hardly whisper when I speak.
My tongue is filling up my mouth,
I think my hair is falling out.
My elbow's bent, my spine ain't straight,
My temperature is one-o-eight.
My brain is shrunk, I cannot hear,
There is a hole inside my ear.
I have a hangnail, and my heart is- what?


What's that? What's that you say?
You say today is. . . Saturday?

G'bye, I'm going out to play!"


http://www.poets.org/viewmedia.php/prmMID/16480
Shel Silverstein

8 comentários:

Miguel Pinto disse...

Este bocadinho de espaço da blogosfera tem crescido vagarosamente. É uma teia de olhares que se cruzam na escola e que reflectem estados de alma alimentados de pequenas cumplicidades. São olhares impregnados de emotividade mais ou menos latente.
Isto a propósito dos comentários da Teresa, no blogue da Isabel e no outroolhar.
Quanto à oferta de Natal… não entendi o alcance da proposta da Teresa. :(

3za disse...

Como falei à Isabel dos dois livros de poesia, a minha proposta é fazer chegar às vossas escolas, para as Bibliotecas e para vocês, alguns exemplares. Com a ajuda preciosa da família, consegui fazer chegar os livros a várias escolas e bibliotecas do país e gostava de continuar a fazê-los chegar a algumas que não os receberam (não podem ser todas, pois já há poucos exemplares). A ideia é, se o desejarem, indicarem-me simplesmente a morada das escolas - Tit, Isabel, Miguel P e Miguel S. (pode ser para teresamar@gmail.com ) de forma a que eu vos faça chegar os livros. A razão da escolha, foi apenas a descoberta da primeira teia conjunta com sentido que encontrei ao entrar para este universo. É como uma sala de professores que a internet permite alargar, enriquecendo as reflexões.

Miguel Sousa disse...

cantinhos desses costumo chamar de pastilha para o stress....quando vivia na minha terra, Madeira, tinha uma casa no campo, com uma varanda, na frente via o Porto santo e as suas kuzes nocturnas, se me virasse, via o Pico Ruivo e a sua neve...foram incontaveis os momentos de leitura que fiz lá, acompanhado por um bom vinho branco...o stress desaparecia...lindo

elisabete disse...

Delicioso! Enternecedor! Fez-me regressar à minha infância, aos dias em que, por muito que amasse aprender coisas novas, talvez o medo que nutria pela prof primária, me fazia ficar sempre mais um pouco, porque se estava tão bem no aconchego da casa, sob a protecção da titi, no quentinho da caminha, ouvindo o vento soprar e a chuva a cair lá fora, aos tempos em que sempre que adoecia era período de férias :o), aos domingos e sábados em que acordava a sorrir só de pensar na brincadeira que me esperava durante dois dias nunca suicientemente longos para ela.

Ao Shel Silverstein, descobri-o através de ti, agorinha mesmo, e fiquei rendida, de tal modo que já fui cuscar mais e vou aceder a mais e mais coisas dele.

"Só" deitas cá para fora coisas tão lindas e boas, amiga! Que sorte o mundo tem!

3za disse...

Não, Elis, que sorte eu tenho tido com o Mundo! Apenas tento retribuir o que me tem sido dado... e tem sido tanto...Sou uma privilegiada.
Tu fazes parte desse tanto! Obrigada pelas tuas palavras Amiga!(Espero que tu e os teus alunos se divirtam com o Shel! Eu descobri-o através da minha mana educ. de infancia, que me ofereceu um livro fabuloso dele: Where the sidewalk ends. O mundo precisa da ironia e da poesia que ele nos legou. Pena ter desaparecido novo...Bjs

subROSA disse...
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subROSA disse...
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subROSA disse...

A individualidade tolerante! É o que lhe chamo... Se calhar só assim conseguimos ir para lá do passeio... atravessar a estrada...