quinta-feira, outubro 19, 2006

O blogue que ninguém lê


Quem se interessa pelo uso educativo das tecnologias, aproveite este regresso à blogosfera do João Torres e a experiência/conhecimento que traz com ele.


O blogue que ninguém lê
http://www.ninguemle.blogspot.com/

15 de Outubro – esta entrada:

Em 2002, numa noite de Novembro, reparei que havia uma página (
Café Preto) de onde chegavam imensas visitas a um sitio que mantinha sobre matemática (PinhalMat). Essa página tinha uma estrutura muito simples, mas deixava transparecer que o seu autor, Ricardo Moraes, tinha bastantes conhecimentos de informática, um grande sentido de estética e muito, muito bom humor! (Obrigado Ricardo por toda a ajuda nessa altura!)
Nessa noite descobri o que era um blogue e criei o "Blogue que ninguém lê!". A principio, confesso, foi pura curiosidade e vontade de perceber como funcionava esta maravilhosa ferramenta. O nome surgiu porque realmente pensava que a minha página não seria lida por ninguém. Passado alguns dias estava "viciado" não só em escrever como em ler meia dúzia de blogues de uma pequena comunidade de pessoas, quase todas brasileiras. O blogue durou cerca de um ano. Estou, profissionalmente, ligado ao uso educativo das tecnologias e vi nesta ferramenta muitas potencialidades. Tentarei falar disso daqui a uns dias e contar porque, 4 anos mais tarde, decidi voltar a escrever (mesmo que ninguém leia). O blogue não será anónimo e em breve transparecerá aqui muito do que sou, do que faço e do que sinto. Não sei se alguém vai ler, nem quanto tempo durará, mas isso agora pouco importa!
JvTorres


Eu vou ler...

3 comentários:

JvTorres disse...

Obrigado pela divulgação Teresa... Assim, se calhar, mais alguém vai ler! :-)

É bom sentir, aos poucos, o regresso a estas comunidades de partilha!

3za disse...

Não é preciso agradecer... É bom saber que a comunidade se vai alargando e a partilha se vai enriquecendo!

Miguel Sousa disse...

lembro-me de ti sempre que vou trabalhar para a minha horta, tu e os teuys bichinhos...não imaginas a diversidade que cá tenho