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quinta-feira, maio 26, 2011

Alison e Scratch: uma surpresa muito doce...

Hoje reproduzo aqui parte da entrada de hoje no blogue do Clube Scratch time, por uma razão muito especial.

Vão perceber...


(...)
Como se não bastasse... Hoje também tivemos a visita de alguém muito especial. A nossa Alison da corrida do Bolt. Ela irá viver para Inglaterra no próximo ano lectivo e veio despedir-se. Está crescida, no 8º ano, e no final do dia fez-nos ainda outra surpresa...

Não é que melhorou ainda mais a versão 2 do Bolt? Agora já tem verde em frente, que se move também para reforçar a ilusão de movimento... corre colina abaixo e os traços a lápis foram mais carregados no editor de desenho. Foram também acrescentadas umas imagens extra para os fãs...
Esta Alison não existe... É uma artista e uma scratcher de respeito!

Um exemplo de persistência, pois já programa desde os 9 anos e nunca parou!


Scratch Project

quinta-feira, maio 21, 2009

A ver se com o bom afogo o menos bom...

Pelo segundo ano consecutivo... sorteada para corrigir provas de aferição.
A minha sorte é assim.

Adiante.
No ano passado prescindi do facto de ter direito a não dar a componente não lectiva para corrigir provas. Porque as crianças me queriam por perto. Este ano também querem (entre apoios e Clube Scratch...), mas eu é que já não sei se consigo dar resposta a tudo ao mesmo tempo (caso não fique suplente).

Enfim.
Concentremo-nos no lado interessante e criativo da Escola.

O Bolt da Alison versão 1 já está prontinho e como hoje finalmente conseguimos um fio de internet aproveitámos para publicar muita coisa que há um mês tentávamos publicar sem sucesso (sempre problemas na internet sem fios, que piorou desde a última configuração feita pelo técnico...).

Afogo tudo com o entusiasmo, a excitação e os mil sorrisos da Alison ao ver a sua versão 1 completa (previstos melhoramentos em futuras versões :)

Scratch Project

segunda-feira, outubro 31, 2011

Últimas do EduScratch...

A teia anda abandonadinha... porque há muita coisa a acontecer em paralelo e muitos espaços para atualizar.

E nos links das notícias que aqui deixo, não estão incluídas
a gestão da página do CCTIC - ESE/IPS...
a gestão da conta EduScratch do facebook... do EduScratch twitter (agora seguido no Brasil, Mexico e outros países da América do Sul com o projeto OLPC - "One Leptop Per Children",  e também seguido pela equipa do MIT... depois do sucesso do lançamento da tradução do Guia Scratchdo MIT)

A tudo isto junta-se o acompanhamento de escolas e projetos e a Oficina de Formação para professores do Pré-escolar e 1.º ciclo, que já começou no sábado passado...
sem falar da preparação de mais algumas sessões de formação que me levarão à Guarda, à Amora e a escolas do distrito de Setúbal...

Um frenesim de atividades e projetos que mexem com as salas de aula e cuja continuidade será sempre uma incógnita... nestes tempos estranhos que vão correndo...
Darei o melhor pela missão que escolhi e me foi confiada, enquanto puder e me deixarem.


Clube Scratch time de Azeitão reiniciou as atividades!

Cronograma de atividades do CCTIC-ESE/IPS para 2011/2012

(Mais) recursos pela internet...

Oficina de Formação: Scratch e Matemática - Pré-Escolar e 1.ºC (inscrições abertas)

Eduscratch no IE da Universidade de Lisboa

Recursos: Do ovo à borboleta (uma história de aprender)

Computação Criativa - tradução para língua portuguesa do Scratch Curriculum Guide Draft – Creative computing - MIT

Mitchel Resnick 2011 Prize Winner (McGrawHill Research)

Cheetah, run! (um projeto da Alison Grelha)

Oficina de formação quase a começar...

Projeto EduScratch - Rumo à sociedade criativa

Scratch: das mãos ao digital (Halloween)

Oficina de formação já começou!


sexta-feira, setembro 09, 2011

Scratch: imaginar, criar... crescer?

Já passaram alguns anos desde que a Alison entrou na minha vida como um relâmpago. Energética, acelerada, determinada... nunca foi minha aluna em sala de aula, mas apareceu no Clube Scratch time perguntando se podia inscrever-se. Tinha 9 anos e acabara de entrar para o 5.º ano.

Nas sessões de formação Scratch para professores, conto sempre a suas história com o Bolt... De como perguntou se era possível "pôr o Bolt a correr"... de como desenhou o cão, pediu à Mãe para digitalizar as imagens e no Clube aprendeu a fazer animações.

No ano que passou fez-nos uma surpresa doce que contei aqui pois, agora já no 8.º ano, resolveu melhorar um pouco a sua primeira versão do Bolt e voltou a publicá-la.

Scratch Project

Nunca deixou de programar com o Scratch. Adora desenhar, adora inventar e contar histórias e os seus projetos têm uma marca muito pessoal que os distinguem de outros. Programar é algo pessoal e revelador da individualidade. Cada um de nós é único e a Escola devia reconhecer essa verdade. Urge usar ferramentas que não uniformizem, que não limitem quem somos nem o que sonhamos.

Partiu para Inglaterra onde continuará a estudar, agora no 9º ano, e acabei de descobrir um projeto seu em Inglês, decerto já publicado a partir da sua nova casa.

Scratch Project



Já o comentei. Precisa de ser melhorado, claro. Algumas legendas são muito rápidas, existem alguns erros na escrita em língua inglesa, mas, desculpem-me os puristas, olho para ele... sigo a história deliciada e consigo ver para além do pormenor o quanto a Ali vai crescendo na sua criatividade, no seu sentido apurado de perspetiva e realização, na sua persistência e determinação.

Muitos dos seus projetos não são complexos do ponto de vista da programação. Este suporta-se no desenho de cenários sequenciais e a programação não é mais do que um conjunto de ordens para que os cenários se sucedam como imaginou, para que contem a história como deseja contá-la. A ferramenta é o meio para lá chegar, é o suporte para as suas ideias, é a forma de chegar facilmente aos outros. Aprende com a programação, claro, sempre... mas muito para além disso opta por usar as TIC ao serviço da criação, da construção, da reinvenção e vai crescendo como ser humano.





As TIC são terreno fértil para a semente de todo o seu potencial criador. Em vez de as usar apenas no consumo do que outros fazem, a Ali, no verdadeiro espírito Web 2.0, é produtora de conteúdos que oferece aos outros de forma simples. O Scratch, por ser tão flexível, permite tudo e estimula esse importante gesto de construir com as TIC. É integrador, aglutinador de outras ferramentas, é simples e complexo, permite avançar na educação matemática de conceitos-chave complexos (mesmo com crianças de tenra idade), permite desenvolver técnicas de comunicação e o domínio da língua materna, promove o desenvolvimento do espírito crítico e do sentido de responsabilidade (não se partilha qualquer coisa com o mundo), ou apenas ser um meio para que a criança ou o jovem expressem outras habilidades e competências que a Escola nem sempre valoriza (infelizmente) reforçando a sua confiança e auto-estima. É um caminho para o currículo formal para as crianças que dele se afastaram, ou cujas dificuldades constituem obstáculo denso. É um caminho para a excelência, no outro extremo, quando as crianças "filhas de um Deus maior" querem mais e a Escola não oferece outros caminhos para além dos da mediania em que vive.

Como sempre, o elemento humano é a coisa-chave. Educamos e formamos pessoas e não podemos desperdiçar uma só ferramenta que nos ajude a torná-los melhores cidadãos deste século. Pode ser o Scratch ou outra qualquer (ele socorre-se de todas e do trabalho sem TIC para se tornar ainda mais rico no seu alcance)... mas desiluda-se quem acreditar que só por mudar os meios e fazer o mesmo nas aulas os milagres acontecem. As TIC são os que as pessoas querem que sejam. Sem professores, sem alunos e sem formas de utilização bem pensadas e com metas adequadas, não produzem melhor educação.

A maioria dos alunos que experienciou o Scratch não se tornará programador, poderão mesmo nunca mais programar, mas crescem e desenvolvem competências variadas de forma consistente que não vão desaparecer do seu currículo interior enquanto pessoas.
Aprender a língua materna não produz por si só escritores... mas desenvolve em nós muito mais do que competências linguísticas. Aprender ciência ou artes não produz necessariamente cientistas ou artistas, mas se o trabalho da escola for bem feito, fazem a diferença no futuro individual e comum.

E os professores que oferecem aos seus alunos experiências variadas com as TIC, numa perspetiva de inovação das formas de ensinar e aprender, também crescem com eles e são muito mais felizes.

Se mais não fosse... já chegava para valer a pena a experiência neste mundo tão cheio de desilusões e tristezas.

Alguém quer começar?
Deixem-se surpreender...

http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/