sexta-feira, janeiro 14, 2011
quinta-feira, junho 03, 2010
domingo, janeiro 03, 2010
Quase 4 anos...
De acordo com os registos da Teia... seria no próximo Domingo, mas lembro-me bem de que a semente germinou na interrupção lectiva e que as primeiras experiências (apagadas) aconteceram nos primeiros dias de Janeiro de 2006. O primeiro nome era: "Silêncio que diz" (uma alusão a esta coisa silenciosa de escutar o que as palavras escritas no digital nos dizem...)
Ainda no pré-escolar da blogosfera, o balanço sempre necessário segreda-me que a experiência trouxe muita coisa boa à vida e aos seus vários caminhos paralelos. Amigos especiais que passaram do digital ao real, aprendizagem constante, reflexão enriquecedora, trocas, partilhas cheias de sentido.
O futuro?
Continuar a tecer o que fizer sentido, quando fizer sentido, de forma sentida.
(Promessa simples.)
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Santa, Baby... Been an awful good girl ...

Nunca fui pessoa de grandes tradições natalícias...
Natal para mim é apenas a melhor e mais bonita oportunidade de encontro com aqueles a quem quero muito e com quem não posso estar facilmente ao longo do ano. Já nos aconteceu (à minha família mais próxima - Manos e Pais) transferir o Natal para o Verão num ano em que não foi possível a reunião no tempo que o calendário reserva oficialmente para tal. Como vêem... para nós tanto nos faz a data e o Verão é frequentemente o nosso segundo Natal, pois oferece novamente a oportunidade de estarmos próximos.
A vida anda acelerada, o trabalho acumula-se... e o Natal acaba por ser também (sobretudo) um tempo para pôr ordem nos papéis, nas ideias, na vida e preparar as tarefas que continuam (sempre à velocidade da luz) no ano seguinte.
Assim, este ano nem tempo consegui ter para decorações. Estou a ficar verdadeiramente minimalista e preguiçosa, deixando o meu canto Natalício sempre pronto de um ano para o outro sem arrumar nada... acreditam? Os bonecos fazem-me companhia o ano inteiro, já parte integrante da decoração,lembrando que Natal é mesmo quando me apetecer e tiver tempo.
Queria ver se hoje ainda conseguia fazer as broas de mel da Avó (com a adaptação recente para raparigas do século XXI que não têm tempo para nada), dar banho à cachorrinha, organizar o trabalho que resultou da reunião de ontem na ESE e... acho que o dia não esticará para muito mais.
Dou conta agora que, com esta vida cada vez mais acelerada, nem me lembrei de fazer algum exercício de sedução a ver se conseguia que o Pai Natal reparasse em mim e não pensasse que me esqueço dele. Sim, eu sei... um poemazito aqui, outro acolá... Mas não sei se fui convincente...
Faço hoje mais uma tentativa desesperada em cima da hora... (estas modernices das tecnologias ajudam...)
Santa, Baby... Been an awful good girl... :)
Vais lembrar-te de mim?
Boas Festas a todos!
Santa Baby,
Just slip a sable under the tree
For me
Been an awful good girl
Santa Baby,
So hurry down the chimney tonight
Santa baby,
A 54 convertible too
Light blue
I'll wait up for you, dear
Santa baby,
So hurry down the chimney tonight
Think of all the fun I've missed
Think of all the Fella's that I haven't kissed
Next year I could be just as good
If you'll check out my Christmas list
Santa Baby,
I want a yact and really that's not
A lot
Been an angel all year
Santa Baby,
So hurry down the chimney tonight
Santa Honey,
one little thing i really need
The deed
To a platinum mine
Santa Baby,
So hurry down the chimney tonight
Santa cutie,
Fill my stocking with a duplex
And checks
Sign your 'x' on the line
Santa cutie,
and hurry down the chimney tonight
Come and trim my Christmas tree
With some decorations bought at Tiffany's
I really do believe in you
Let´s see if you believe in me
Santa Baby,
Forgot to mention one little thing
A ring
I don't mean on the phone
Santa Baby,
So hurry down the chimney tonight
Hurry down the chimney tonight
Hurry...tonight
quarta-feira, novembro 11, 2009
Excesso de fios?
domingo, outubro 25, 2009
O Domingo da aranha...
As aranhas vulgares (e grandes!!!) tomam descansadamente o pequeno-almoço no jardim e depois vão dormir...
As aranhas estranhas e pequenas, bebem um café muito cedo, comem pão caseiro e preparam-se para tentar tecer o dia mais rápido do que o tempo o destece...
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(Clicar nas imagens para ampliar. Fotos feitas há pouco no jardim)


segunda-feira, setembro 28, 2009
Dia 19...
Sessão de defesa da tese de mestrado na FPCE - Universidade de Lisboa.
Até lá...
Recolhimento, concentração, algum stress e a visão da luz ao fundo de um doce túnel de imensa aprendizagem - o melhor que levo desta experiência não fácil, no contexto adverso em que a educação viveu nos últimos anos...
Independentemente do resultado desse dia (será mais um dia a acrescentar aos muitos dias que me trouxeram até aqui), partilho uma página muito especial da tese... Os agradecimentos a quem me suavizou o caminho e esteve lá em todas as horas.
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Quem foram os responsáveis por ter conseguido levar a bom termo esta viagem?
Guilhermina Miranda – a orientação que me enriqueceu, a confiança crítica e o respeito pelas minhas escolhas, o entusiasmo colocado em eventos de partilha e divulgação do Scratch, as preciosas sugestões de leitura.
A Família – apoio e infinita paciência com que suportou as ausências prolongadas.
Fernando Marques, Eduardo Martinho, Fernando Frederico, José Matias Alves – imprescindíveis, incansáveis, presentes em todas as horas.
Fausto de Carvalho, Fernando Costa, Joaquim Lopes, Noémia Romão, Margarida Marques, José Duarte, João Torres, Teresa Pombo, Idalina Jorge – apoio precioso.
Os meus parceiros do curso de mestrado – estímulo, reflexão, palavras amigas.
A equipa do Lifelong Kindergarten Group - Media Laboratory do Massachusetts Institute of Technology (destacando Mitchel Resnick, Evelyn Eastmond e Andrés Monroy-Hernández). Kylie A. Peppler (Assistant Professor - Learning Sciences Program - Indiana University, Bloomington) - pela resposta pronta aos meus pedidos de esclarecimento sobre o seu trabalho e estudos e pelo apoio e presença em momentos fundamentais.
Seymour Papert, construtor de sonhos, que inspira o meu caminho desde os anos 80. O meu rumo foi ditado pelas palavras inspiradoras de um Homem muito à frente do seu tempo. Sem ele eu não teria feito o caminho que, ao longo dos anos, me trouxe até aqui.
Uma palavra muito terna, a mais especial de todas, para os meus alunos, pelo estímulo, pelo carinho, pelo empenho, pelo sentido crítico, pela confiança, pelo entusiasmo, pelo apoio e disponibilidade, pela honestidade, pela alegria inesgotável. Eles foram os mais próximos e constantes companheiros de viagem e aventura, aqueles que mais me ajudaram a encontrar algumas das respostas que procurava. Foram os meus mais atentos e espontâneos professores.
A todos os meus alunos do quinto e sexto anos (e respectivas famílias): muito obrigada!
Agradeço aos colegas que me permitiram a recolha de informação junto dos seus alunos e aos órgãos de gestão da Escola, onde foi realizado o estudo, a autorização para o desenvolver e a disponibilização da consulta de documentos.
domingo, setembro 13, 2009
Foi há cinco anos...
Encerrou-se um ciclo e será o primeiro ano em que não os terei por perto.
Escrevi na altura algo para lhes oferecer no primeiro dia de aulas... e acabei de descobrir texto e ilustração nas gavetas mal arrumadas do meu PC.
Partilho. Usem, se desejarem.
(A poesia deve ser bicho com asas.)

quarta-feira, setembro 09, 2009
Acordar...
What else?

(Apetece reler... As janelas do meu quarto)
quinta-feira, agosto 06, 2009
Azeitão... "mobile experiences"
Não retoquei nenhuma das fotos (apenas reduzi a dimensão para publicar).
É uma excelente solução quando a máquina fotográfica fica em casa... e aparece um OVNI, ou um ET à nossa frente...
Neste caso, optei apenas por captar alguns recantos de Azeitão, enquanto estava numa das suas lojas em busca de móveis rústicos (as remodelações em casa continuam a bom ritmo).
(Agora vou continuar a arrumar livros...)

segunda-feira, julho 20, 2009
Entre o prazer e o dever...
domingo, maio 17, 2009
Scratch Day... eu também levei o meu Pai :)
sábado, março 28, 2009
Aveiro em Azeitão - partilhar experiências e aprendizagens II
Depois deste dia especial há algum tempo... No dia 20 voltou a acontecer outro especial dia (integrado no mesmo projecto, mas com novos visitantes - professores do colégio da Torre, Calvão e da EB 23 de Eixo, todos participantes do Scratch'Ando com o sapo.)
Como explicar as reacções físicas e químicas? As empatias? Os imensos sorrisos? A alegria (que querem tão distante da escola, mas que nos empenhamos em preservar, sobretudo nestas oportunidades de encontro e partilha, construídas pelas nossas próprias mãos nos tempos possíveis)?
Como dizer esta espécie de poesia tecnológica feita de gente em volta de máquinas que nunca conseguem ser mais do que a gente que as toca da maneira certa?
Como desenhar os traços de um dia que ficará na memória mesmo que fotos não existissem a provar-nos que é possível esta mistura de gerações em gestos de aprender mútuo, em pinturas de partilha activa, em aguarelas suaves de laços que não se esquecerão mais e que não se desatarão?
Nem mesmo todos os problemas tecnológicos da sessão (e foram bem mais do que a conta) acabaram com a nossa festa. Sobreviveu, mais uma vez, a nossa paciência para aguentar as habituais dificuldades.
A Conceição traz até nós este sabor a carinho que nos anima e aquece nos dias frios da indiferença que tantas vezes nos rodeia. Este projecto da Universidade de Aveiro tem dito que fazemos alguma diferença no mundo, que somos úteis e podemos ajudar alguém.
E isso faz toda a diferença para os pequeninos: saber que as suas aventuras vão ser alicerce de novas e ainda melhores aventuras no futuro, com outros meninos. Com muitos mais meninos, como é nosso desejo.
Obrigada Amigos de Aveiro por mais esta possibilidade de encontro...
(e pelos doces típicos que completaram o açúcar do dia...)
domingo, março 08, 2009
A resposta, que é uma pergunta, é a que se segue:
Se as plantas durante o dia consomem dióxido de carbono e libertam oxigénio e à noite fazem o contrário... por que razão são importantes para o planeta? (Afinal... à noite consomem o que de bom produziram...)
Foi-me respondido que produzem mais oxigénio de dia do que aquele que consomem à noite... e consomem mais dióxido de carbono do que aquele que libertam...
Saldo positivo para o planeta.
quinta-feira, março 05, 2009
Acordar devagarinho...
Às vezes parece que a vida se reduz a isto:
olá, o que está no meio, despedida. Tão simples.
Somos um povo que vive de memória em memória, de encontro em encontro, de solidão em solidão, de saudade em saudade, de fado em fado.
Porquê drama e tragédia?
Por que não apenas aceitar essa herança e aprender a trabalhar melhor o presente, escada de futuro, com esse poema, esse adeus constante, essa música na alma?
Gosto desta tristeza subtil que recebi da gente da minha terra.
Inspira-me. Move-me. Faz-me caminhar. Escrevo sempre com ela nas mãos.
Faz-me sorrir quando pressinto um adeus que me tenha sido destinado, quando choro e me lamento. Até quando sinto saudade.
Viver é arte no seu estado mais puro. Criar. Recriar.
domingo, março 01, 2009
Há sempre qualquer coisa...
É preciso ler os sinais acenos de mão dedos chegando ao final da música antes de tocar a música seguinte.
Três pianos não chegam para fingir que assim se pode demorar mais o fim de qualquer estrada. Não pode. O sonho dos outros é sempre dos outros a menos que deseje ser lar dos nossos. Sonho que fica sem casa é caminho paralelo. Teclas de piano que podem soar juntas mas nunca umas dentro das outras.
Som belo, tanto de uma forma, como de outra.
(A vida tem o seu jeito especial de compensar os silêncios: a música)
sábado, fevereiro 28, 2009
Da importância da saudade...
Agora recordo-as... como recordo sempre todas as coisas lindas e boas que nunca sacudo de mim. Silêncio, eu sei, e repito para não me esquecer (às vezes esqueço), não é esquecimento... é apenas prisão do tempo que não abre a porta para tudo lá caber dentro ao mesmo tempo. Pousamos umas coisas para segurar noutras, eu sei, e repito para não me esquecer, mas não deixamos de amar as coisas e os sonhos que descansam à nossa beira e à nossa espera. Gosto de saudade com caminho de volta. Saudade sem drama, só sabor bom a ausências presentes, que são sempre prendas do céu (triste é não sentir saudade de nada - solidão imensa). Quem me dera, ao contrário da canção, ter sempre essa lembrança, todas as lembranças. Lembr_ar é est_ar vivo.
Enquanto vou explorando vários livros ao mesmo tempo, muitos em língua inglesa, sabe-me bem a nossa língua a eco_ar. Respir_ar.
Hoje estou... a dar-vos música?
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Mortos de cansaço
Depois de rir... normalmente a nossa TV continua sintonizada na 2... por conta dos excelentes documentários do National Geographic que se seguem. Consigo estar a trabalhar em simultâneo (tarefas que exijam menos concentração) e acompanhar o essencial.
O de dia 3 foi particularmente interessante e precisava de deixar aqui pista para os imensos amigos que têm o péssimo hábito de não dormir o suficiente e que o fazem a más horas...
Comprometem a sua saúde e segurança de forma grave... mesmo que não acreditem.
Será que a falta de sono devido à vida moderna nos faz mal? É o cansaço o maior problema de saúde que a humanidade enfrenta? Muitos cientistas acreditam que sim e actualmente até têm provas disso. Novos estudos médicos revelam que a falta de sono pode desenvolver e exacerbar muitas doenças incluindo as do coração, obesidade, diabetes e depressão...

E... hummmmm... beauty sleep e tal... assim mantemos um corpo e uma pele mais jovens por muito mais tempo... é a tal história de... a década dos 40 aos 50 ser... os novos trintas... (se não vos convencer com a beleza e saúde interiores... quem sabe se com o apelo à imagem...)
Fica o alerta em jeito de conselho (porque me preocupo muito, vocês bem sabem...). As consequências nefastas são reais. Os exemplos dados foram convincentes... Ainda vão a tempo de reeducar os vossos hábitos... Sim?
Pela vossa saúde?
E esse alerta vai também para as famílias... o padrão de sono dos meus alunos começa a alterar-se (para pior) e isso tem consequências imensas para a sua vida, uma delas... capacidade intelectual e rendimento escolar. A pior de todas? Comprometimento da saúde, muitas vezes irreversível. Vejo frequentemente esses sinais à minha frente... É mais uma das dificuldades com que temos de lutar na escola a quem tudo se pede...
Coisas simples que faziam parte de uma sabedoria ancestral familiar (o sono, a boa alimentação... os bons hábitos de vida...) e que se tem vindo a perder com o tempo.
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Pena.
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domingo, janeiro 25, 2009
Perder-me no "espaço" e no azul...























