Mostrar mensagens com a etiqueta muitas coisas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta muitas coisas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, janeiro 16, 2012

bzzzzzz..... bzzzzzz... bzzzzzz

Não, a Teia não fechou.
A aranha metamorfoseou-se de vez em abelha!




Único elemento operacional do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ERTE-DGIDC), coordenado por Miguel Figueiredo (também Vice-diretor da ESE), logo...
...tantos locais para ir (país todo - agenda densa), tantas visitas de apoio/formação a fazer a escolas, workshops, seminários, oficinas de formação (muitos sábados), tantos "sítios" na internet para gerir, materiais e recursos para preparar, afastam-me dos tempos de publicação regular na Teia...

As causas são boas, o tempo é que não estica.
Uma missão com que sonhei e que passo a passo se vai cumprindo com cada vez mais escolas a chamar por nós e a levar aos alunos a possibilidade de um trabalho exigente e completo com as TIC.
O nosso portal aproxima-se das 100 000 visualizações ao fim de um ano e de quase 900 professores na comunidade criada.

Se nos tempos mais próximos quiserem "ver-me"...
...  só por aqui:

Portal EduScratch 
Projetos EduScratch - Google Maps
Edu Scratch no Facebook
Site CCTIC-ESE/IPS
EduScratch no Twitter
Scoop.it Segurança na Internet
Clube Scratch time
Correio da Educação

E euzinha no Facebook (Teresa Martinho Marques), porque é mais rápido publicar do que no blogue...

bzzzzzzz bzzzzzzz bzzzzzzz

E é apenas por estas (boas) razões que a minha Teia anda um bocadinho às moscas...

(Imagem da abelhinha aqui)

quarta-feira, agosto 31, 2011

Back! (Na verdade nunca estive longe...)

Pois é...
Culpem o facebook que é fácil, rápido, embora não dê milhões...
Culpem-me a mim por escolher a facilidade, a rapidez e pronto... depois desculpem-me, que eu mereço!

Foram umas férias mistas... calmas... não me distanciei muito, como gosto... não me aproximei demais, como precisava. Fui estando aqui e acoli, algures entre o dolce fare niente e a responsabilidade de manter vivo um espaço que nasceu há menos de um ano e que, sabemos agora, continuará a ter a minha atenção, pelo menos por mais um ano. A prova? Espreitem aqui  http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/ e verão que o Verão não foi improdutivo... O nosso excelente colaborador Fernando Frederico esteve imparável, produziu tutoriais de apoio e eu fui divulgando o trabalho desenvolvido, mesmo durante o mês de Agosto... no portal, no twitter, no facebook (pois). Por fim criou-se uma Galeria (obrigada Isabel Campeão!) e mais uma vez demos notícia dela. Também não deixámos nunca sem resposta as questões colocadas no Fórum e estivemos sempre alerta para alimentar e não deixar morrer entusiasmos. Até já acordei (faltará confirmação e agendamento)  uma formação Scratch na minha antiga Escolinha Luísa Todi em Setúbal e formação a técnicos do IAC - Instituto de Apoio à Criança.

Se descansei?
Muito. Mas da forma como gosto... Um descanso a tempos activo, a tempos dormente, a tempos criativo ( http://artmg.wordpress.com/ )



Família mais perto para garantir os mimos que o ano lhes rouba.




E acabou-se (tão depressa).
Setembro é já amanhã...

Novidades?
As regras mudaram...
Depois de na última entrada vos ter dito que o futuro era uma incógnita, acabámos por ser informados pelo novo MEC que os Centros de Competência TIC poderiam continuar se:
- reduzissem o número de elementos de dois para um (no caso do nosso CCTIC, a equipa já era apenas constituída por um elemento e um coordenador);
- a mobilidade desse docente fosse a 100% e não parcial;
(O financiamento ainda não é certo, aguardando-se a aprovação do orçamento...)

Ora bem...
Conversámos e
- A ESE IPS continuou interessada em manter o CCTIC a funcionar  (e o projecto EduScratch - coordenado novamente pelo professor Miguel Figueiredo)
- eu aceitei a mobilidade a 100% (pelo facto de não deixar a meio nenhuma turma - este ano recomeçaria com alunos que me iriam conhecer pela primeira vez - e porque não queria deixar um projecto a meio, depois de ter desejado tanto a sua concretização e ter investido tanto tempo nele)
Vamos avançar! 

E agora?
Sabemos já que Aiana vai avançar em força com quatro turmas de 4º Ano e talvez nasça lá a primeira experiência com alunos do 1º ano. E que das sementes que lançámos estão a nascer mais flores que iremos acompanhar. Até um trabalho de pós-graduação em torno da utilização do Scratch na Biblioteca foi desenvolvido por uma professora Bibliotecária (que frequentou a nossa formação e utilizou os recursos bibliográficos do portal). Não são raros os pedidos de estudantes de pós-graduação no Brasil e é gratificante saber que a tese é o recurso mais descarregado no portal. Valeu cada gotinha de suor.

Não se faz tudo de uma vez só. Sabemos.
Como ouvi algures... cada passo que damos  nos aproxima do cume da montanha...

Continuaremos então, este ano, a trabalhar de forma dedicada para professores e escolas interessados em compreender como as tecnologias podem ser utilizadas em contexto escolar, para levar os alunos a pensar, a aprender mais, mais cedo e melhor.


quinta-feira, janeiro 06, 2011

Gosto dos sons deles...



Regresso aos sons deles como quem vem de viagem sem esquecer a casa.
Parece tudo novo mas confortavelmente igual. E sabe bem. Sabe sempre bem.

A sua cadelinha está melhor? Já está livre de perigo? Já recuperou a sua carteira?
Tudo isto ainda na rua enquanto nos vamos encontrando entre a porta da entrada e a entrada para o bloco da sala de professores. Sim. Foi um final de ano complicado, mas a luz entrou pelo novo ano e tudo se parece compor agora em direcção à Primavera...

Mais à frente as meninas finalistas (9º ano) da minha querida Turbêturma mostram os aparelhos nos dentes e as cores que escolheram para os elásticos... Porquê? Porque querem ver a cor dos meus e comparar... rimos todas destes disparates muito "girlie" com sorrisos metálicos e coloridos e subo as escadas para o Clube...
Aparecem em peso os meus (8º ano) antigos GT Scratch (turma do mestrado). Altos , grandes, lindas e lindos... Dois dedos de conversa... Queria tanto ter-vos comigo no Scratch Day este ano... Será que vamos conseguir? Despedimo-nos entre beijos risos e abracinhos.

Lá dentro são os sons doces do costume... Porque ali podemos mesmo conversar muito e sobre tudo. Circulamos com liberdade e responsabilidade... e lá me pedem as canetas para ir até ao quadro estudar. Sim... (que professora esta!!!)... em vez de enviar TPC de férias avisei que iria voltar a fazer o teste diagnóstico do início do ano... mas desta vez... já não era (apenas) diagnóstico...
Estudaram nas férias e vinham preparados. Sem saber se eu mudaria ou não os valores nas questões. Não mudei. Mas deixei claro: ter boa nota não é nenhuma proeza... já conheciam o teste e sabiam a data de aplicação. Mas ter má nota... logo o R muito depressa: "é uma proeza mas muito negativa!"
Exacto...
Muito Bom quer dizer que se preocuparam... já desgraças... muito mau sinal.
Uns trabalham na Matemática, outros no Scratch. Os sons confundem-se. Habituaram-se que neste espaço podem fazer escolhas, definir as suas prioridades... e é neste espaço que ajudo alguns alunos com dificuldade. O B apareceu hoje pela primeira vez. Nem precisei de formalizar pedidos de apoio pedagógico. Diz aos teus pais que seria bom... as coisas não estão a correr bem e tu aqui podes estar comigo mais um bocadinho... entre exercícios e Scratch... acho que vais recuperar. E apareceu. Sem impressos, sem autorizações formais, só porque ele quer, quer a família e quero eu. E gostei muito de o ver por lá.

Hoje pela primeira vez desafiei-os a fazerem a entrada no blogue do Clube. Bonito escutá-los discutir as palavras exactas para escrever e trocar de lugar para que todos pudessem tocar no portátil da professora, onde a entrada foi redigida (na secretária!). As fotos registam esses momentos.

Gosto dos sons deles.
É um gosto que não passa com os anos, apenas se aperfeiçoa.
Falo menos agora. Escuto mais.
Passo mais decisões para as suas mãos. Confio mais.
Invisto na autonomia. Na libertação de mim.
Crescem melhor assim.

Mais depressa e muito melhor.




quinta-feira, setembro 30, 2010

Rol... (Quando começo nunca sei onde acabo)

Pobre da minha teiazita tão abandonada...
A verdade é que ando na fase do fazer (muita coisa de raiz, de novo, como gosto) e com pouco tempo para  umas notícias ou partilhas (confesso, confesso... as ditas acabam mais depressa no vórtice simples e rápido do facebook do que aqui). E ontem reunião de Clubes na Escola e hoje e amanhã aulas, portanto... vim aqui de fugida, acreditando que amanhã terei algumas coisas bonitas para mostrar.

E feias...

De quantas maneiras diferentes podemos escrever agudo?

âgudo
agúdo
agodo ...

e pentágono?

pentagno
pentágno
pentâguno
pentáguno

E "custa" 1 cm abaixo da palavra escrita num enunciado e com três versões do mesmo aluno separadas por 1,5 cm cada? Na resposta a três perguntas... custa quanto? As respostas seguidas:
"cota"
"cuta"
"custa"

Sem falar que 8 pêras  a 0,12 euros cada... custam de 9 euros a 12 euros e coisas assim...
E mais tantas que nem quero lembrar agora. Pergunto-me quem terá sido a professora deles no ano que passou..... E fico triste quando percebo que fui eu ... :(

Confesso um certo desespero inicial, agora que finalmente apliquei o teste diagnóstico e constato (sempre) o que três meses de férias (e não só) fazem às cabeças dos garotos (até às dos meninos de "4" e "5" do ano anterior). E um sistema de ensino que produz isto... é um sistema de que desconfio. Estão no 6º ano e com o turbilhão que é a sua vida... os conceitos perdem-se pelo caminho, não se pratica, não se escreve... empobrece-se e cada vez é mais tarde para voltar atrás.

Soluções? Ando sempre em busca delas, porque me vejo como parte do problema, sempre. Embora com culpas partilhadas. A escrita, o cálculo, deixaram de ser uma prioridade na cabeça e no coração das pessoas. A desconcentração permanente, a diversidade de distracções de todos os tipos, pouco sono, má alimentação, de tudo um pouco junto... vai agravando de ano para ano o panorama já de si fraquito. Aceita-se o erro com naturalidade... Tudo é natural.. errar é humano e etc e tal.

Só coisas más? Não...
Depois há paradoxos... raciocínios brilhantes, trabalhos interessantes (com o que estamos a aprender agora e já vos contei), o entusiasmo deles quando me abordam na rua a querer explicar que descobriram o pi, que já sabem coisas que ainda não trabalhei (mas que os tenho induzido a buscar, criando suspense) e até um vídeo surpreendente (que depois partilharei) integrando parte de um trabalho de uma aluna.

A mesma aluna que coloca hipóteses  excepcionais sobre a relação entre diâmetro e perímetro de um círculo, é capaz de errar as perguntas mais simples e absurdas de um teste. Mesmo revelando ao vivo e a cores uma motivação para a matemática, para a resolução de problemas, uma maturidade e compreensão de raciocínios complexos... falha as coisas mais estranhas... e consegue apenas metade de respostas correctas num teste acessível.

Tenho vários alunos assim... na Matemática já a provar um brilho e uma sobredotação de raciocínio e depois a dar erros ortográficos ou a falhar um algoritmo simples... ou incapazes de relatar por escrito o que aconteceu.

Geração a que teremos de prestar muita atenção... por um lado cabecinhas boas, despertas, capazes de pensar se as ajudarmos, por outro, com muitas competências básicas por desenvolver. E olhem que não é coisa fácil de resolver. Nem pais empenhados às vezes chegam! É algo que nos transcende a todos,  mas que nos devia preocupar. Algo que é reflexo do nosso tempo e modos de vida (de todos nós). Não estou a apontar dedos. Estou a constatar uma dificuldade e temos de nos unir para chegar a algum lado.

Mas professores carregados de turmas, de papéis, de reuniões, a viver com maus horários presos horas nas escolas sem tempo de trabalho pessoal ou de momentos extra com os seus alunos... não são panorama que augure nada de bom para o futuro. A desmotivação, o cansaço e o anular da paixão/vocação não são bons parceiros em educação.
Estamos a colher o que temos andado (e andamos) a semear. As crianças são diferentes, precisam mais de nós e, portanto, as turmas crescem (28 alunos), os professores têm número excessivo de turmas e cada vez mais horas de volta de tarefas e papéis sem interesse.
Perfeito e inteligente. Pontuação máxima para quem conseguiu transformar a escola num formigueiro sem nexo, numa indústria de maus chouriços.

Mas é o universo que tenho/temos.
Por conta disso, dou comigo cada vez mais exigente, mais impaciente (de modo adequado), mais intolerante com as falhas deles e comunico-lhes isso a cada passo. São suficientemente crescidos para aguentarem, para perceberem que não têm escolha: ou querem sair desta coisa a que chamamos escola bem preparados, ou não. Se sim... trabalhem para isso que eu estarei ao lado deles sempre.

Não existe assim-assim em educação.
(Ou não devia existir.)

Ok...
Depois da depressão... Conto amanhã (ou quando possível) começar a partilhar algumas inovações que introduzi este ano. Sem complacência e chamando as coisas pelos nomes.
Não vou aceitar "coisinhas feitas em cima do joelho" como trabalhos pedidos que considero importantes... Ou seja... vem por aí trabalheira da pesada... Mas... se exijo trabalho tenho de dar o exemplo.
Certo?

Dizia eu, no início, que tinha vindo de fugida???
Pois...

quinta-feira, setembro 23, 2010

Multitasking???

Duas mãos, as horas do dia com luz, mais um pedacinho das madrugadas e dos "caires do dia" e aí está a aceleração do costume...

Concluída a revisão dos guias de apoio à utilização do Scratch no site SAPO Scratch - versão 1.4 que está para sair. Um trabalho feito em colaboração com a  PT INOV Aveiro, onde está a equipa que fez o milagre da criação do portal português, depois do protocolo com o MIT.

Umas palavras muito especiais para o nosso Avô Fred e para o nosso Avô Eduardo (meu Paizão) que foram os olhos de águia e lince oferecendo um contributo indispensável. A isto acrescenta-se o imenso trabalho do incansável Fred na revisão dos ecrãs de ajuda e na experimentação da versão 1.4 em busca de bugs, gralhas e outras coisas... Sou ou não sou uma miúda com sorte??


Inventariar material (disperso por muitos lados) para o portal que há-de nascer e pensar na sua estrutura (segunda deverá haver nova reunião)...

Redacção do Projecto EDU Scratch concluída...

Fazer a manutenção do EDU SCratch no facebook e actualizar informação (ainda tenho de lá ir hoje)...

Depois da reunião de terça no ERTE-PTE em Lisboa... aprofundar o namoro com o Centro de Competência de Aveiro (Zé Loureiro e Leonel) que já estão em contacto com a nossa Conceição Lopes da Universidade de Aveiro (Projecto Scratch'ando com o SAPO). Pensar de que modo o nosso projecto cruza com outros já existentes...

Aulas e aventuras com os meus meninos (hoje foi mais um dia delicioso de descobertas)...

Recolher inscrições e preparar o arranque das actividades do Clube Scratchtime...

Saber que os poemas para as canções dos DIVA estão aceites e que só falta a Natália gravar as vozes para o projecto ver a luz...

Saber que na Alemanha há um produtor que escutou (pela mão do filho do Cara-metade que vive por lá) Toada à Beira Mar e Cacilhas (do álbum dos Piratas) e quer fazer uns remixes loucos para "discoteca"...  e que terei de gravar só voz aqui no PC... se não conseguir recuperar as gravações feitas para a BMG (actual Sony - enviei mail, mas ainda sem resposta)...

Fazer uma sopinha boa para comer coisas com muitas vitaminas (acabei agora... sentem o cheirinho?). Jantar.

Ajudar o Cara-metade com a configuração da nova aquisição...


Mimar os animais que sentem a nossa falta, perdidos que andamos sempre a correr...

E hoje esta entrada foi absolutamente simples e magnífica de fazer... Surpresa muito boa: o Blogger fez um upgrade fantástico de possibilidades de edição que agilizam tudo. Já me cansava trabalhar com uma coisinha tão limitada... Parabéns aos técnicos!!!


quinta-feira, maio 27, 2010

Várias coisas...

... muitas coisas.

Entre portefólios da formação (ler, avaliar, dar feedback), aulas dos meus meninos, a minha própria formação, rescaldo do Scratch day (fotos, notícia, site do PFCM da ESE IPS e site do evento), escrita de parte de um artigo para a próxima revista da APM (Scratch e conexões), adopção de manuais (parecia que ia ser mais simples, não parecia??? Pois. Mas não, não é... Muitos manuais na mesma, muitos papéis para preencher, manuais ditos certificados por instituições de ensino superior... mas com erros...), não ando muito inspirada para tecer aqui na teia, nem com muito tempo... talvez até acusando algum cansaço e alguma vontade de ir desacelerando no final deste ano lectivo que foi (não são todos?) particularmente exigente (sobretudo pela diferença e pela necessidade de me preparar para os muitos desafios novos que vivi).

Amanhã e segunda-feira missões de amor em torno dos livros (Bela Vista e Manteigadas, Setúbal e, depois para semana,Venda do Pinheiro - na sequência do trabalho que venho desenvolvendo com a EB1 e a Biblioteca Mil Maravihas http://bemilmaravilhas.blogspot.com/ )
Terça de manhã antes das minhas aulas, talvez também outra missão de amor noutra escolinha de Setúbal. Estava prometido. São algumas das escolinhas dos meus formandos... e aparecerei aos meninos vestida com outras roupas: a professora de Matemática, como se habituaram a chamar-me, será a escritora Teresa.
Gosto de lhes fazer estas surpresas.

E assim vou tecendo os dias.
Sempre em alta velocidade.

A cabeça já pensa nos desafios do ano que vem. Novamente diferentes...
A seu tempo contarei.

quinta-feira, maio 06, 2010

Projectos futuros...

... a serem desenhados.

As tecnologias e o Scratch no centro. A ESE IPS envolvida. DGIDC também.

Muito brainstorming. Decisões que é preciso tomar e alteram o caminho.
Já disse um sim. O primeiro que põe tudo em marcha.
Talvez um sonho que se vai concretizar.
Talvez.

Começam as primeiras reuniões para assentar pés na terra.

Tempo escasso. Cabeça cheia de ideias.

Não tenho emenda?
Não, Mãe... Já sabes que não. :)

A vida só vale a pena se vivida intensamente perseguindo os nossos melhores sonhos. Sonhos que tocam os outros. Muitos outros à nossa volta.

Não sei ser de outra forma...

(mesmo quando acredito, ou tento acreditar, que podia ser uma pessoa diferente...)

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Como se faz para enfeitiçar o tempo?

Comecei a manhã numa escola de 1º Ciclo em Setúbal. Entusiasmo, aventura, descobertas Matemáticas. Perfeito.
De corrida para casa... corrigir um texto em falta para a ESE e enviá-lo, rever mais uma planificação que um formando enviou para amanhã, preparar um "flipchart" para a tarefa da minha aula de Matemática, pensar que a havia gravado numa pen, comer qualquer coisa e avançar mais cedo para preparar tudo.
Entrar antes da hora na aula, já com alguns meninos e meninas atrás de mim, ouvir confissões de dois rapazes que me disseram ter escrito duas cartas para duas colegas da turma que colocaram no cacifo delas (ai a Primavera!), deixá-los espreitar/roubar uma das fichas com a tarefa que iam lendo e magicando como resolver (ainda o toque de entrada vinha longe), colocar a pen, ligar o quadro interactivo, abrir o Activinspire e perceber que nada lá estava... Gravei, sim... mas numa pasta do PC, convencida que era a da pen (têm o mesmo nome). Ok. Improviso o espaço para cada grupo ir lá apresentar os resultados. A tarefa começa... entusiasmo, descobertas à velocidade da luz, quero guardar conversas, fotografar momentos... onde está a máquina? Ficou em casa junto ao PC onde estive a descarregar as fotos da aula da manhã com os meninos de 3º ano... Ok, pronto. Fica para a próxima. Toca. Ficamos sempre a marinar mais um bocadinho e depois é sempre a correr para o Scratchtime. Ah! É verdade! Vem cá um repórter da Revista Exame Informática fazer uma reportagem no dia 25... fotos... vídeo para o site deles... preciso que os pais voltem a dizer o que autorizam que possa ser recolhido. Ah! Ainda há meninos que não me enviaram o endereço de correio electrónico... Não esqueçam! A caminho do Clube... sem máquina fotográfica, pois... Felizmente as minhas pioneiras Cady e Sara vieram... e a Sara depois de me ver a correr de um lado para o outro com cara de quem precisa mesmo de ajuda, acedeu a
fazer ela a entrada de hoje no blogue do Clube (algo que voltarei a pedir aos pioneiros... preciso de delegar...).
Já no final, a Inês, de pergunta em pergunta, enquanto arrumamos cadeiras e computadores, acaba mesmo por me perguntar quem me fará o jantar. Podias ser tu... hoje não tenho lá muita energia...e estou sozinha... os gatos e o cão ainda não aprenderam a cuidar de mim... Fechamos a porta, saímos. Dá-me o braço na rua (é magra e alta) e continua: podia fazer um ovinho mexido e uma massinha... com um fiambrinho. Eu: boa ideia... menos o fiambrinho porque não tenho e não gosto muito... (prometi-me interiormente que o faria e depois lhe contaria que o havia feito...). Chegar a casa e ligar o messenger para procurar o Cara-Metade agora no Brasil
depois de África e antes do Egipto. Era mais para dizer, vou ali, já venho, porque os gatos e o cão e eu e comer e massa e ovo mexido e essas coisas... Então eu vou até à praia um bocadinho, porque já mereço descansar uma horinha. Vai e depois daqui a pouco já falamos.


Fui. Ele foi. Voltaremos daqui a pouco a encontrar-nos na esquina possível do dia. Lá são menos horas. E há praia e mar. Aqui a noite cai e choveu. Faz frio.
Mas tenho ovo mexido à espera. E massa. E histórias nos bolsos. Tantas histórias...
Os dias correm mais velozes do que eu.
Como se faz para enfeitiçar o tempo?
Como se faz fazê-lo esperar por nós?

quarta-feira, novembro 04, 2009

Das aves, das varandas, das leituras, das tecnologias, dos carros e do resto...



Chego à ESE cedinho porque gosto da palavra cedo e do tempo a mais contido nela. E porque gosto do cantar doce ao desafio dos piscos-de-peito ruivo espalhados pelos sobreiros. E porque, apesar do tempo gasto, me sabem bem as viagens serenas e sem pressa até à cidade com a música a tocar alto e as paisagens, sempre mágicas, das curvas da estrada encostadinha à Serra-Mãe. Não há nada de muito importante, ou em falta, que se possa fazer das eternas e longas listas da vida (nem culpa associada ao repouso forçado) nesse tempo de pausa em viagem: só disfrutar, cantar, pensar.
.


Este Outono apetece mais no exterior. Ainda não tenho chave da sala mágica de encontro... mas quando tiver, continuarei a esperar à varanda. Porque gosto desta varanda. Porque gosto do que o olhar me devolve através dela.
.


E leio, leio, leio, enquanto espero. Ofereci-me em Outubro uma prenda com a ajuda de duas amigas. O Sony Reader PRS-505 não estava disponível para venda em Portugal através da Amazon UK... apenas podia seguir para Inglaterra. Uma delas a viver por lá e a irmã, minha colega, aqui nesta terra na minha escola. Um filho que viajou até Portugal e o meu sorriso ao explorar/descobrir como tirar o melhor partido da ferramenta. Ainda o kindle não estava disponível para Portugal, como agora está. Mas mesmo estando... optei deliberadamente pelo Sony (e pelo 505... não optei pelo 700, mais caro, touch screen, última versão... não havia necessidadezzzz), tendo em conta as minhas intenções de uso (porta-imensos-documentos, artigos e livros digitais de estudo, que transfiro do PC, para ler quando me apetece, onde me apetece sem peso a mais às costas). Se quiserem perceber alguns porquês da minha preferência pelo Sony, aconselho a leitura de How to Decide Between the Sony and the Kindle eInk Readers ...

É que estou mais uma vez imersa em leituras... e a aprender tanto tanto tanto sobre a realidade da Matemática no 1º Ciclo (e Educação Matemática em geral). Quero estar à altura de poder ajudar os professores dos meus grupos de formação e os seus alunos...
Eu e os desafios que aceito/me imponho... Nada de novo.


E no turbilhão dos dias deste ano (a teia tem-se queixado) procuro esquecer o papelinho afixado que pede novamente Ois até Janeiro, enquanto se aguarda pelo que se deseja que chegue. Sebastião? Tenho missões mais importantes para já. Muitas. Dos meus meninos aos professores e meninos de outras escolas. Prioridades. O tempo tomado até ao segundo (hoje precisava de vir aqui, mesmo sem poder... escrever é uma necessidade... não consigo evitar). Receio de sucumbir à loucura geral e deixar-me ir dormente na maré, se nada acontecer que afaste este nevoeiro que tomou de assalto a Escola, cegando-a sem pedir licença.

E eu, que gasto mais dinheiro em livros e tecnologias do que em carros... que não gosto particularmente deles e pouca atenção lhes presto, redescobri o meu velho amigo de muitas viagens...

Sim. O meu Honda do século passado. Civic, VTec, 1.5, mais de uma dúzia de anos. Comprado em segunda mão como todos os carros da casa. Traí-o com outro (Peugeot 307) durante alguns anos e o Cara-metade acolheu-o, depois de nos roubarem outra coisa velhinha e especial que recuperámos da morte certa (UMM Cournil, protótipo mais pequenino que o UMM normal, que possuía um motor Peugeot 2300 turbo).

Quis o destino que esta semana precisasse de voltar a usá-lo, ao meu Honda, e já não o consegui deixar. Sabia lá eu que se podia ter afeição por ou saudade de uma coisa destas. Uma coisa destas azul e fria. Quente apenas de motor ligado. Nada de ar condicionado, ou som sofisticado. Nada de coisas electrónicas em excesso. Precisando de duas chaves, porque há muito tempo avariou-se o fecho de uma das portas. Velho, velho, velho mas sempre pronto. Sempre suave e deslizante. Sapato velho que não conseguimos deitar fora?
Ele perdoou-me a traição. Voltou aos meus braços trocando de lugar com o cinza prateado que passa a ir para Lisboa e a servir, na mesma, como carro de viagem mais longa e de passeio familiar. Estou mesmo aqui a falar de carros?

A Sara (vizinha e antiga aluna da Turbêturma, agora no 8º ano) interrompeu-me há minutos a escrita batendo à porta para me mostrar uma crisálida de borboleta Zebra, que acabou de encontrar na Serra onde foi passear com o Avô e o primo. "Foi o Neves que me disse de que borboleta era!" O Neves é o meu Kiko das borboletas... Passeámos um dia (aula de Ciências) pela escola, no 5º ano, a olhá-las, a contá-las... e a magia aconteceu.

Dou comigo a pensar como gosto deste mosaico vulgar e belo que a vida tece à minha volta. Vida como a de muita gente. Porque um professor é gente e precisa absolutamente de ser feliz. Faltam-me coisas, claro. Sonhos por cumprir. Saudades inexplicáveis de algo que devia ser meu: o piano que não tenho, o piano que não encontro, o piano que devo ter perdido, o piano que nem sei tocar. Piano tão silencioso...

Os deuses hão-se condoer-se de mim e oferecer-me mais umas vidas até que eu encontre o tempo certo, cheio de tempo, para fazer essa estrada desejada e em falta... Pelo meio, no regresso a casa, o rádio insistia em manter o sonho vivo. Na RFM tocava Evanescence e apeteceu-me prolongar a viagem por mais uns quilómetros em direcção a um qualquer infinito fim...

(Acho que acabei por o fazer hoje... mas com a escrita.)

sábado, julho 25, 2009

Balanço do dia...

Vejamos... o PC veio mas veio com muitos mais problemas do que quando partiu...
Não se consegue ligar... fica a moer... liga... desliga... liga.
Consegui a certa altura ligá-lo ontem... mas tive dificuldade em recuperar o som...
À noite desliguei-o e... de manhã... nada. Liga, desliga, liga, desliga...



O meu amigo JL - Herr Macintosh guiou-me (via telefone) pelos mistérios daquele interior confuso... e da observação dirigida, o problema parece estar na ventoinha do processador que inicia, começa a falhar e leva a que o sistema se proteja desligando-se, tentando arrancar, desligando-se... Conseguimos (depois de eu mexer um bocadinho por ali) fazer com que se ligasse duas vezes seguidas. Achei que tinha tido sucessso na intervenção técnica (confesso até uma pontinha de orgulho na proeza) ... mas... voltei a ficar sem som. Não consegui recuperá-lo, nem mesmo configurando a placa para as 5 colunas (e não duas, como veio da FNAC), o que resultou ontem. Hoje... nada. Corri todos os diagnósticos... todos os testes da placa e diz que tudo funciona bem. A'i... tentei oúltimo recurso dos verdadeiros especialistas: fazer restart... e perdi tudo... Agora voltou ao estado de "coisa nenhuma" do tenta e desliga, tenta e desliga...

A ventoinha parece presa por quatro "parafusos estranhos" de plástico... reparei que o do canto inferior esquerdo está solto... Não sei se interfere... mas sei que quase de certeza parte do problema está ali (fala a grande entendida, claro :)... o resto se verá.

E porque tive de fazer estas autónomas deambulações primeiro? Porque no muito útil call center da FNAC... arranjaram uma solução magnífica: voltar lá com a máquina... como se fosse simples e prático andar com o monstrinho para trás e para a frente... Verdade verdade... é que depois de ter ido lá... ficou bem pior do que estava... portanto... regressar lá... parece-me perigoso (embora inevitável).

Do dia, salvou-se a manhã de praia (magnífica) e um vídeo que um amigo me mandou (também magnífico). A ver se com ambos consigo gerir melhor a irritação e a frustração de estar há mais de um mês nestas andanças... Agora nem PC tenho (antes ao menos, só não tinha som nem leitor de DVD)...... Acho que fui de cavalo para burro...


quinta-feira, julho 23, 2009

Fora de serviço...

... a minha poderosa máquina fixa.

Contruída juntando partes criteriosamente seleccionadas (entre as quais se inclui a minha "bela" placa de som), andou com o leitor de CD avariado muitos meses. Acabadinho o mestrado (mas ainda dentro da garantia), entreguei finalmente o leitor (LG) à FNAC... Espantosamente, só ao fim de um mês me informam que "não conseguiram negociar com a LG a troca do leitor por outro"... Estranho para um equipamento dentro da garantia... Não me apetecendo gastar mais tempo (é que sem o leitor de CDs deixei de ter a placa de som funcional, nunca mais tive som no PC nem pude fazer muita coisa que queria fazer...) disse que me arranjassem um novo e pronto!
Não havia...
encomendar... e depois afinal até já havia...
Farta de ver a máquina para cá e para lá (é grande e pesada)... deixei-a nas mãos dos técnicos para ver se se despachavam com a coisa...
Mas não... ainda aguardo telefonema a dizer: já está.
Confesso a minha total falta de paciência para estes processos... mas, pronto, conformo-me. Nada disto interessa muito, mas, enfim, é o que me apetece escrever. Uma lamuriazita sem qualquer importância.
Coisa de que também se tecem os dias.

É que o portátil é um bocadito lento e não dá jeito para edição de imagem... nem para as coisas que me apetece e preciso de fazer...
E, depois, entro de férias amanhã... ontem realizámos (eu e o fred) mais uma acção sobre o Scratch para colegas do agrupamento, que correu muito bem e semeou entusiasmos e vontades de experimentar com as crianças já no próximo ano lectivo.
A vontade de parar, nem que seja só um bocadinho, começa a entranhar-se perigosamente. Desfazer as rotinas e os ritmos...

Aguardar ainda por uma decisão que poderá alterar o meu trabalho no ano que vem (hei-de partilhar).

E que mais?

Ah! Ontem estive no SL (não encontrei ninguém conhecido) a assistir ao documentário e à cantata (a chuva implicou mudança de planos... a ópera não foi possível... cantata em varanda...) a que fiz referência numa entrada mais abaixo. Som muito bom (se estivesse na outra máquina, seria bem melhor). Estão de parabéns os responsáveis pela iniciativa.



E mais?

Deixa cá ver...

(Acho que para já é tudo.)

terça-feira, junho 30, 2009

@ work...

Tese: últimas correcções... paginação do índice... outra vez revisão...

arTICular 2009: comunicação já no dia 4 (preparar apresentação).

Dia 2... estarei AQUI... ( programa detalhado) pelo menos uma parte do dia... que as tarefas são várias nos próximos tempos.

Tudo como sempre: afazeres aos montinhos :)

domingo, junho 07, 2009

Eleições, lixo, ginjas, tese, podas, correcções e sopa...

Vota-se cedo porque o dia é longo.
Aproveita-se a saída para deitar fora parte do lixo e reciclar o possível (metáforas antecipadas?)
Batem à porta. A doce Helena conseguiu-me as almejadas ginjas para tentar reproduzir o doce especial da minha Avó com receita de um livro que herdei dela (editado há cerca de 50 anos): Mestre Cozinheiro. Só que era suposto receber as ditas daqui a mais algum tempo, que o tempo agora mal dá para comer, quanto mais para fazer compota. Mas alguém não foi buscar as ginjas encomendadas à loja e assim lá vieram elas ter a minha casa para não morrerem sem dono.
Ai telefonar ao Pai e à Mãe cheia de secreta esperança: digam-me lá, que eu era pequenina e não me lembro, o doce da Avó Mila era com as ginjas inteiras, ou não havia sinal de caroço? A resposta que eu temia.
Ai descaroçá-las! (2 kg já sem o peso sólido da madeira redondinha dentro delas...)... Ai panela ao lume a tarde toda enquanto tentava (e consegui) escrever o Resumo da tese. Compota demorada como convém a um dia de eleições: espera longa e sofrida pelos resultados...
Pelo meio, arejar no jardim alguns minutos. Tesoura em riste, vontade imensa de podar e arrancar coisas sem nexo, desadequadas, feias, invasoras, tortuosas, más, daninhas. Secreta esperança de ver os desejos realizados noutros planos. Já nem sei. Andei por ali a cortar e a arrancar o quê? Soube bem divagar com a lâmina bem afiada.
Novamente a tese. O Pai do outro lado verifica a numeração dos anexos. Coisas para corrigir. Agarro-me a elas. Há sempre coisas para corrigir. Os votos ajudam à vontade de consertar a vida e o País. Corrige-se o que se pode com o possível... que o que se tem não é muito.
Depois dá a fome e doce de ginja já parece pouco. Uma sopa. Boa ideia. Assim muito cheia de cores variadas e massinhas em fundo espesso de grão, cenoura e cebola. As televisões normalmente já são espelho da minha sopa, hoje então ninguém as segura. Ferem a vista. Prevê-se ceia. Será que a sopa ainda arrefece antes de eu adormecer?
Aqui na família toda (e somos muitos) votava-se sempre da mesma maneira. Mas, sem confessarmos uns aos outros o que fizemos, sabemos exactamente que não colocámos a cruz onde sempre a desenhámos.
Todos gostávamos imenso das sopas da Mãe e somos peritos em reinventá-las. Há sempre novos sabores para experimentar se por acaso alguma coisa não for certa.

Sinais?
Não sei.
Muitos ausentes. Demasiados. Nada de novo.
Daqui a uns meses se verá o que foi isto.

Salva-se do dia uma sopa que vale por uma refeição que nunca há tempo para preparar e um doce de ginja divino (Vó Mila, aí nas estrelas deves estar orgulhosa de mim! Colher de pau numa mão e teclado de computador na outra! Tudo em síncrono e bom andamento!).
Coisas bem mais simples, saborosas e importantes do que muitos dos discursos que ouviremos esta noite. Desperdício de palavras.

Antes viessem declamar poesia e (co)mover-nos...
.

quinta-feira, maio 07, 2009

Entrecruzar fios...

Embora a Internet tenha fugido de novo da sala e seja preciso a intervenção de um técnico - este grupo de quinta-feira do Clube tem tido pouca sorte e estará três semanas sem publicar - aconteceram outra vez coisas daquelas que transformam a espécie de escola em Verdadeira Escola...

Descobri na sessão do Clube de hoje que a Ali (5º ano) levou muito a sério o meu desafio da última sessão, em resposta ao seu desejo. Pois... a Ali queria fazer o Bolt (cão) correr num projecto Scratch... Penso que ela acreditava existir um botão mágico que produzisse instantaneamente o efeito desejado. Já de corrida no final expliquei que tinha de desenhar o Bolt em pelo menos três posições... imaginámos um cão a correr e eu falei da posição das patas... ela, atenta, falou-me do movimento das orelhas e da cauda, que também teria de ser levado em conta.
Hoje surpreendeu-nos assim...



As sementes de Scratch vão-se espalhando. Na semana passada percebi que alunos do 5º ano (não são meus alunos) que frequentam o Clube à quinta (em número que tem aumentado, apesar dos desalentos e falhas do equipamento) tinham estado a trabalhar com o Scratch em Estudo Acompanhado com a sua professora de Matemática (uma colega que admiro por também tentar aprender e aplicar com os alunos as ferramentas tecnológicas que vai descobrindo). Eu já havia falado com a DT e com ela sobre a importância de prolongar o trabalho do Clube no contexto do Projecto Curricular da Turma e chegou o momento. Antigamente eu e ela tínhamos o hábito de nos sentar para partilhar ideias... apresentei-a aos blogues e ao googlepages (tem desenvolvido trabalho para as suas turmas)... esse tempo agora deixou de existir e cuzamo-nos pelos corredores em corridas, falando pelos cantos quando possível. Pouco. Muito pouco.
Ontem disse-me que a aula foi um sucesso. Quando ela percebeu que tinha 18 meninos que dominavam o Scratch, colocou-os a ajudar os restantes. Agora eles passam a sentir que os fios se estendem das aulas até ao Clube e vice-versa. Exactamente o que eu sonhava que pudesse acontecer.
Ficou um registo doce do momento, feito pela professora, e divulgado no blogue da turma:
http://praticamatematica.blogspot.com/




Parabéns, Professora e Alunos! As sementinhas estão a caminho de flor!


--------------------------------

Aconteceu outra partilha hoje, desta feita um trabalho extraordinário desenvolvido por turmas de 3º Ciclo (orientadas por excelentes e empenhados professores de Ciências) e que está a ser apresentado a toda a escola pelos alunos. A nós couberam-nos duas alunas do 7º ano, mas guardo para depois o registo do momento e o "slideshow" apresentado (são vários, que estão a ser compilados para partilha) que me irá ser enviado pela professora Andreia. Estou a falar do Projecto ENA (Energia e Ambiente da Arrábida)


[av.JPG]


Assim dá gosto...

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Carinho(so)



Uma das melhores recordações dos tempos da música e da banda dos Piratas foi um amigo que se mantém presente até hoje e é a pessoa com quem mais aprendi nesses tempos. Dos Trovante aos Resistência, aos Madredeus, aos Sal...o Fernando Júdice é assim um cavaleiro que se passeia de aventura em aventura sem se deixar prender completamente para que os voos continuem a chegar.
Recuperou-se o fio do contacto depois da apresentação do projecto Sal que, por uma extraordinária coincidência (a vida é assim uma teia mágica), foi feito em parceria com o Tiago Torres da Silva, outro ser especial que descobri há poucos anos.
Depois de arrumar as minhas notas no myspace, é claro que os juntei aos dois por lá, perto de mim, porque é assim mesmo, os amigos devem ter alguns fios a prendê-los, mesmo que a distância os aparte no plano físico. Maravilhosa Internet.

Explorar o recanto do Fernando é assim como vasculhar as poças de mar nas rochas da infância. Há sempre tesouros para escutar no movimento dos peixes, na alga verde, na concha brilhante, na pedra redonda, na bailarina anémona, no búzio vazio que encostamos a nós. Canções antigas renascem com outras inspiradas vestes. Canções novas nascem apenas, sem mais. Recolhemos as flores de que mais gostamos.

E quando acordamos a precisar de sossego e carinho encontramos por lá carícias que afagam a alma com tintas suaves aguarelas que nos levam para dentro delas sem esforço.

Tudo para dizer que o tema carinhoso de Pixinguinha, na voz de Manuela Azevedo - Clã (do álbum carinhoso - José Peixoto e Fernando Júdice, podem escutar AQUI o CD inteirinho) era aquilo de que precisava para iniciar este último dia de uma semana não fácil (história da canção AQUI).

Um dia regresso (inteira) à escrita para a música. Sei. Gavetas cheias de princípios que brotam a meio de outras coisas e continuam à espera de fim. Agarramo-nos sempre ao futuro como se fosse apenas um presente adiado. E ter sonhos é como ter asas para algum lado.

Sexta-feira treze é sempre bom prenúncio. Às vezes surgem nela mensagens de esperança e desafio... E é na música que bebo muita da energia que se transforma depois em carinhos oferecidos aos alunos.

Todas as fontes têm as suas (carinhosas) nascentes...

sexta-feira, janeiro 16, 2009

(start) From scratch... with Scratch

("subtraído" no twitter SAPO)


O mais especial do dia?

Eles comigo, as suas carinhas sorridentes, a atenção que lhes foi dispensada... O Mitchel Resnick perto de nós. A possibilidade de escutar as suas palavras sempre intensas e cheias de convicção. No final uma foto de grupo com ele. (Acabei de a enviar para o correio da turma.)


Coisas mesmo muito muito especiais?

Estar com com o Fausto de Carvalho da PT Inovação de Aveiro... e com o Carlos Santos da Universidade de Aveiro... onde tudo começou... Não sonhei.
Abraçar a minha Idalina (ai que saudades!) e fazer planos para o futuro com o Scratch pelo meio
Rever alguns amigos... um deles colega de liceu que não encontrava há cerca de 30 anos...
Conhecer pessoas novas com vontade de construir aventuras em torno do Scratch e perceber que esse fio se entrelaça em outros.

Uma coisa saborosa?

O jantar de ontem com o Mitchel, no Lisboà Noite - Bairro Alto (roubei a foto no twitter - SAPO). Só posso agradecer o convite... Foi bom. Muito bom. E divertido...



E chega finalmente o momento de roubar um script scratch do P8... de tanto o cansaço e de alguma apreensão pela antecipação de um fim-de-semana de acumulação de tarefas, por conta das excessivas missões (sem enquadramento)...



Tenho claramente de colocar uma espécie de travão nos meus sins ou...


..........................................

Deixo-vos a apresentação que suportou a intervenção feita no lançamento de hoje do Sapo Kids, para contar a história do trabalho realizado com a ferramenta Scratch, na Turma G do 2º Ciclo. Trata-se apenas de um suporte... as palavras faladas completaram-no.




From scratch... with Scratch
View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: scratch tic)

quarta-feira, novembro 26, 2008

Soltas:

AQUI
solicita-se ajuda para a elaboração de propostas (avaliação dos professores)

----------------------

Um imprevisto de última hora fez com que o lançamento do livro fosse adiado para o início do ano... Depois partilho a data.

----------------------

SEAL GRAVA ÍCONES DO SOUL EM NOVO ÁLBUM
(Vou já escrever ao Pai Natal)
.

Change Is Gonna Come

domingo, novembro 23, 2008

Responsabilidade partilhada, respeito, carinho e... tudo mais que apareça, porque quando começo a escrever à flor da pele nunca sei onde acabo...

Considero-me responsável pelos resultados dos meus alunos. Sim.
Responsável por encontrar o melhor caminho que os leve a sentir vontade e prazer em partilhar comigo essa responsabilidade. São pequeninos ainda... nove, dez, onze anos... , para além da Matemática há mais coisas para aprender quando estamos juntos, e não é possível fazer aprender Matemática (ou outra coisa qualquer) se eles decidirem que não querem, se não confiarem em mim e não acreditarem na importância do que quero partilhar com eles.
Muitas vezes lhes digo que sozinha não consigo. Que eles têm de me ajudar. Que têm de querer. Converso muito com eles. Com cada um. Muitas vezes. Não desperdiço tempo nessa doce troca. Esse gesto é um abraço que os prende sem saberem, que os traz até ao desejo de serem melhores e trabalharem para isso. Não por causa da nota, repito até à exaustão, mas porque é importante aprender, compreender, ser exigente consigo próprio, ser autónomo, aproveitar os dias para crescer e para construir com afinco sobre o melhor que existe dentro de nós, dar o melhor de nós ao mundo. Acho que eles percebem o respeito imenso que nutro por cada um deles. Devolvem, mesmo sem que eu peça, esse carinho depositado nas suas mãos. E o meu entusiasmo acaba muitas vezes por contagiá-los.
Os obstáculos são muitos e não são sempre os mesmos em cada criança ao longo do dia, ao longo dos dias. E há crianças que cativamos pelo coração, mas não conquistamos para a batalha do conhecimento. Vidas demasiado complexas, marcas profundas de abandono ou desleixo. Podem entregar-se aos nossos cuidados. Deixar-se ficar no nosso colo, mas não é imediata nem simples a entrega ao gesto ávido de aprender. Carregam uma imensa dor, uma imensa indiferença pelo mundo e pelo que lhes possa acontecer. Não os culpo, nem às vidas deles, nem a mim. Tento tudo até já não ser mais possível porque o ano acabou e me disseram que só tinha direito a 45 minutos extra, com ele e outros, em cada semana. Não exijo menos, ajusto apenas a estratégia. Faço o balanço. Entristeço-me. Aprendo a gestão da derrota. Não somos perfeitos. Fazemos muitos, mas não fazemos todos os milagres. E não mascaro resultados, mas queria ter o tempo que me foi retirado (com esta ideia de que temos de estar na escola muitas horas ao serviço de tudo menos dos nossos alunos) e me impede de poder ser mais e melhor para estas crianças que tanto precisam de nós (evitando que mais tarde sejam incluídos em soluções simplistas e jogados com poucas competências no mundo).

Há tempos uma aluna (que não foi minha no ano que passou), depois de lhes pedir como TPC que tentassem resolver um conjunto de exercícios, reforçando que não havia problema se não compreendessem alguns, devendo nesses anotar as dúvidas sentidas para na aula podermos esclarecer tudo (mas não usando essa desculpa para deixar tudo em branco, pois eu sabia que havia ali exercícios que todos conseguiriam fazer), fez este comentário espontâneo que me tocou: a professora está sempre mais preocupada que a gente compreenda do que com a nota e quem fez ou não fez as coisas...

Ela traduziu exactamente o espírito de toda a avaliação que decorre nas aulas. Até ao lavar dos cestos, é vindima. Só quando me obrigam a fazer juízos sumativos, uma vez por período, é que faço a síntese do caminho e dos progressos (não a média) e ajuízo do melhor "rótulo" para a evidência demonstrada, com as ferramentas e indicadores que usei (nem sempre os melhores), de acordo com os critérios estabelecidos na escola. Até lá concentro-me apenas em ajudar a corrigir os caminhos, encontrar as estratégias que melhor os convençam de que é preciso trabalhar. Concentro-me no diálogo formativo, global ou individual. No diálogo de aproximação a quem são, o que sentem sobre as coisas, o que gostam, o que precisam.

Eu sou como as crianças. Acho que somos todos. Não aprecio a indiferença, nem me quero esconder do mundo. Sou professora. Profissão pública, seguida e avaliada informalmente sempre por centenas de olhares em cada ano (alunos, pais, pais-colegas, colegas do Conselho de Turma...).
Gosto de aprender. Gosto de saber a minha posição no mundo. Gosto, preciso de crescer. Sempre. E preciso de acreditar que faço a diferença e que reconhecem e avaliam de forma justa a minha entrega e o meu trabalho.
Eu até deixo muitas pistas...
Que bom seria instituir o valor das pistas, do necessário tempo para a reflexão pessoal e para o apoio aos nossos alunos, o valor da partilha... não, não de portefólios estéreis e pesados, cheios de matrizes e fichas e planificações e grelhas e muros e paredes e prisões, que pouco dizem sobre quem somos, mas de documentos vivos, de experiências, de testemunhos na primeira voz, na segunda, na terceira.
Multimédia, sim. Pode ser divertido aprender como. Pode ser interessante construir esse nosso caminho de várias cores e com som e movimento.
Assim, nesse processo, não só seria mais fácil desocultar quem é o professor, como pelo caminho ele aprendia cada vez mais sobre a arte de viver neste século e usar as TIC, e outros recursos, criativamente, numa parceria construtiva com os pares e com os alunos, que são a parte mais importante do caminho que traçamos nesta profissão.

terça-feira, novembro 18, 2008

O(ás)is?


... acordei de manhã para uma aplicação informática de ois.
DGRHE Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente - Aplicação Informática
Definição de Objectivos Individuais

Encontrarão pela internet os comentários devidos e as análises adequadas sobre mais este magnífico e estupendo contributo tecnológico para a resolução do problema da avaliação dos professores. Eu já nem consigo comentar.
É Plano Tecnológico a mais para a minha cabeça e a menos para os meus alunos (numa das minhas turmas, nunca tenho computadores vagos à hora em que tenho aula de Matemática, ou Ciências... aquela em que mais precisava, para continuar o projecto do ano passado).

Por isso criei um Clube "marginal"... procurando os tempos vagos na sala com equipamento...
Assim uma espécie de oásis para respirarmos juntos outro ar mais verde e fresco.
Sei que o Hgf acabou sozinho, em casa no fim-de-semana, o projecto de fracções que iniciou em Área de Projecto na semana passada. Sei que tem erros matemáticos e erros ortográficos. Sei que nem gosta lá muito da escola, mas me concede felizmente este interesse pela aplicação (Scratch) que temos usado (pela primeira vez este ano para ele). Sei que tenho 45 minutos de Clube à terça com esta turma (não mais, que o tempo para projectos e acompanhamento de alunos é cada vez menos e só chega para ser colocado em intenções de objectivos individuais, em aplicações informáticas, ser avaliado nos seus resultados, mas depois não tem tempo para se cumprir como devia, com tempo...), sei que tenho lá sempre cerca de 20 alunos na sala (voluntariamente inscritos) e que não me posso sentar ao lado de todos todas as semanas, (mesmo desejando, mesmo eles precisando, mesmo sabendo que isso faz sempre toda a diferença).

Hoje consegui sentar-me com ele. Corrigimos e republicámos as suas fracções. Fez as contas necessárias para tornar mais rico o seu projecto.
Consegui sentar-me com o JP e com o Doogoo... publicámos o seu primeiro projecto (muito) simples (e tão importante sobretudo para o JP) sobre a alimentação.
Consegui sentar-me com a Ang e com o Mathardy... publicámos (o primeiro projecto com interactividade da Ang - moldava - e sobre a matéria em estudo nas Ciências - Sistema digestivo... escrever em português é sempre um desafio, aprender palavras novas também, mas sorri sempre a cada conquista e cativa-nos com a sua doçura). Já deixei tudo aqui.

Percorri outros grupos... projectos sobre a SIDA, sobre o Círculo, corrigir erros ortográficos, corrigir aspectos da programação, corrigir erros matemáticos, cadernos abertos, contas para verificar, livros de Ciências para consultar, que não pedi para trazerem, respira-se vontade de estar ali. Não é uma aula. São muitas. Às vezes parece que consigo ver ali o embrião de qualquer outra Escola que desejo tanto se venha a cumprir um dia, outras vezes apenas a utopia de um sonho sem tempo para se construir. Eles querem-me tantas vezes ao lado deles e tantas vezes não consigo lá estar.

Há dias assim, em que o oásis onde bebo e respiro é também a fonte de uma suave mas profunda melancolia. Por cada conquista feita, só consigo pensar nas que não consigo fazer. No que deixo para trás. Naquilo a que não consigo chegar, nas oportunidades que perco pelo caminho com cada um deles. Sei que nem todos os dias são assim de pensar mais nas perdas do que nos ganhos. Mas é como me sinto hoje. E com as hormonas da tristeza não se discute. Nem tentem consolar-me. Passa. Amanhã já passou.
Tenho mil objectivos individuais para cada uma das crianças a meu cuidado. Ao ouvido delas sussurro quais são em cada mão estendida, em cada mimo de tempo e atenção que consigo dar-lhes, em cada exigência, em cada chamada de atenção, em cada parágrafo das nossas conversas, em cada ponto de interrogação dos desafios que proponho...

Não vou entregar nenhum desses objectivos a ninguém neste formato de avaliação que nada avalia do que sou e do que faço. Muito menos preenchê-los em aplicações informáticas. Até ver, os meus objectivos pertencem aos meus miúdos. Se alguém me quiser escutar, saber quais são, venha ter comigo quando quiser e contemple. Pergunte que eu respondo, mostro, partilho tudo como sempre fiz. Veja o que faço com a minha vida na escola ao serviço deles. Sempre às claras de janela e portas abertas.
Caminho nem sei bem para onde desde que decidi não ser cúmplice de um sistema que prejudica quem devia proteger. Depois de optar por não ser titular, segue-se a recusa de compactuar com um modelo de avaliação em que os avaliadores foram escolhidos pouco mais do que por um acaso fortuito na maioria das escolas. A minha vida e o meu currículo não eram só sete anos de cargos. Nem o currículo ou vida dos outros professores (não entendo sequer a razão pela qual esse direito de análise justa do currículo - não a aplicada - foi negado a professores abaixo do 8º escalão). Recusei esse jogo e agora recuso mais este sem regras de rigor que o sustentem, sem exigência real e que me exclui mesmo antes sequer de me escutar.

Repito: caminho nem sei bem para onde.
Mas como caminho com eles e por eles, estou em boas mãos e não receio pelo futuro.

(É que o futuro - esse oásis sonhado - fazêmo-lo nós com os nossos gestos em cada dia.)

sexta-feira, outubro 17, 2008

Antes dos "oi", uns miminhos...

Sim, eu sei... Assim nunca mais acabo esta cOIsa.
Mas ontem na aula de Área de Projecto foi comovente, depois de algumas recusas iniciais,

ouvi-los a cantar "fado" (Lebre e Tartaruga) - haviam de escutar a A., da Ucrânia, em jeito fadista: "Por causa de certa história, a tartaruga vaidosa!"... (no final cantou para nós em russo)

ver pela primeira vez a N. (que adora a Guiné, mas não gosta de Portugal e que não nos deixa escutar a sua voz) sorrindo a cantar o Rock (havemos de conseguir que nos ensine uma canção da sua terra... ontem ainda abanava a cabeça e escondia a cara quando o pedido foi feito)

sentir as comoção da C. que depois de experimentar o fado, e receber uma salva de palmas da turma, ria e chorava ao mesmo tempo (menina habituada a ir com alguma frequência "arejar" para fora da sala de aula)

ouvir o V. da Moldávia de sorriso aberto a entrar pelo fado adentro

sermos surpreendidas por mais uns quantos ao longo da aula...

No final pediram para eu lhes colocar no blogue as ligações ao rock, aos poemas que vão cantar, recitar... Foi um dia importante (não sonham eles sequer por detrás dos sorrisos, o cansaço imenso deste final de semana) e tinha de ser seguido pelos mimos prometidos.
Não foi ontem. Foi hoje bem cedinho... aqui

----------------------------

Hoje dia inteiro preenchido... talvez uns oi logo à noite... amanhã de manhã pelas 7 a caminho da Faculdade de Ciências para fazer uma sessão sobre Scratch a alunos dos cursos de Mestrado e Doutoramento - das 8:30 às 10 (a convite da orientadora).
O fim-de-semana vai ser daqueles...
(Os testes de Ciências continuam ali ao lado... quietos).

Percebem por que isto tem de mudar?
Por quanto tempo se sobrevive a este ritmo?