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sábado, fevereiro 23, 2008

Advanced Teaching Methods for the Technology Classroom

Curriculum & Instruction for Technology Teachers - Um livro inteirinho à vossa disposição AQUI
.

Depois da descoberta, procurei na Amazon mais trabalhos do autor e... dei com este livro: Advanced Teaching Methods for the Technology Classroom


Editorial Reviews (Amazon)
Product Description:
Because of the nature of their subject, technology teachers have found ways to make learning active and exciting, often through new activities and projects that have real-world relevance. As technology fields grow, the success of technology teachers is tied in with innovation rather than the accomplishments of the past. Advanced Teaching Methods for the Technology Classroom provides a comprehensive, critical approach to meeting the new challenges of technology in the classroom. This book gathers together research on technology methods, principles, and content, and acts as a reference source for proven and innovative methods. Advanced Teaching Methods for the Technology Classroom presents an introduction to teaching educational technology, design, and engineering. It also contains strategies for innovation by examining the what, why, and how of technology education.

About the Author: Stephen Petrina is an associate professor of technology studies in the Department of Curriculum Studies at the University of British Columbia (UBC), Canada. He completed M.A. and Ph.D. degrees at the University of Maryland, USA. His responsibilities at UBC include teaching curriculum and instruction in the teacher education program along with graduate courses in science & technology studies, research methods, curriculum, new media, cognition, cultural studies, and the commercialization of education He coordinates the Technology Studies teacher education and graduate programs. He is publishing a book and co-authoring another, and his recent articles appear in Workplace, Technology & Culture, History of Psychology, History of Education Quarterly and International Journal of Technology and Design Education, and the Journal of Technology Education.

Como foi possível "espreitar" para o seu interior, acredito que se trata do mesmo livro que foi encontrado disponível gratuitamente na internet, ainda que possa ter sofrido algumas alterações para além do título, por ser uma versão posterior (ou ser exactamente a mesma versão, não investiguei). Em todas as páginas do livro encontrado na 'net pode ler-se: © Stephen Petrina. (in press).

(entrada repetida no muito mais)

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Eu ia só falar de Observação, mas... não aguentei...



A Investigação Naturalista em Educação: guia prático e crítico
Natércio Afonso


São muitos os livros abertos ao mesmo tempo, neste tempo em que tento, simultaneamente, agir, observar a (minha) acção, reflectir sobre ela e, sem perder tempo, ir aprendendo sobre como tudo isso se faz. Não tem sido fácil, asseguro, mas algumas pistas ajudam.
Natércio A., num livro de natureza mais geral, apontou-me autores importantes.

Um deles foi Henri Peretz cujo livro Les méthodes en sociologie - L'observation (de 1998, com uma segunda edição em 2004 e uma terceira em 2007) foi traduzido em 2000 em português para a Temas e Debates (Métodos em Sociologia). Esgotadíssimo em todo o lado... sem paciência nem tempo para andar pelas Bibliotecas, optei por encomendar na Amazon fr a versão original. Não resisti... mas valeu a pena. Já está neste estado (sorte a minha: tem cerca de 11 cm por 18 cm e espessura inferior a 1 cm... letras ínfimas que me permitiram confirmar que os óculos (ainda) serão coisa distante. Deu para absorver o essencial em pouco tempo.


É que a observação tem sido uma obsessão... Da (in)correcção do que faça agora, nesta fase delicada e única de contacto com a turma de estudo, pode residir o (in)sucesso de muito do tratamento dos dados lá mais para a frente... onde não será possível voltar atrás.
Assim, o fim-de-semana, entre outras coisas, foi dedicado a organizar um dossier temático com excertos de tudo o que tenho sobre observação (retirado de excelentes livros sobre metodologias de investigação - capítulos específicos sobre o tema) e a ler, ler, ler, estudar, repensar formas de recolha, esboçar guiões, grelhas de apoio, ainda apalpando terreno, tentando encontrar um caminho próprio, pessoal, embora respeitador das normas básicas. Claro que ainda me falta muita leitura (neste e em muitos outros temas). Uma coisa de cada vez.

Para além deste autor, Natércio aponta outro...

Robert Burgess - livro de 1984: In the field - an introduction to field research, que a Routledge reeditou sucessivamente em 91, 93, 95, 97 e 2000. Na Amazon com (EUA) já é possível encontrar uma edição de 2007. Este livro foi também traduzido para português (edição esgotada) em 1997 pela Celta. E até confirmei que se encontraria na Biblioteca da FPCE... mas... pois... e o tempo? Não, não é o weather... é mesmo o time... Debaixo de chuva intensa, Azeitão em pleno dilúvio, lá fui buscá-lo hoje ao correio. Versão UK de 2000. Esse ainda não o abri... mas já me apetece.
Só que...
Antes tenho de ir registar todas as notas do dia, arquivar filmes, verificar novidades nas galerias e blogues do alunos. O trabalho nunca acaba... porque nos foi retirado o tempo que permitia fazê-lo com qualidade e exigência.

E assim lá vou tentando cumprir um dever e tentando usufruir de direitos consagrados no ECD...

Artigo 10º
Deveres gerais
(...)
2 - (...) está ainda obrigado ao cumprimento dos seguintes deveres profissionais:

b) Orientar o exercício das suas funções por critérios de qualidade, procurando o seu permanente aperfeiçoamento e tendo como objectivo a excelência (...)
d) Actualizar e aperfeiçoar os seus conhecimentos, capacidades e competências, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida, de desenvolvimento pessoal e profissional e de aperfeiçoamento do seu desempenho; (...)
(Já nem falo dos deveres de conhecer, respeitar e cumprir as disposições normativas sobre educação cooperando com a administração educativa na prossecução dos objectivos decorrentes da política educativa, no interesse dos alunos e da sociedade... o que comporta em si um paradoxo: por um lado, ao escrever isto, não estou a cumprir o dever de cooperar na prossecução dos normativos, mas, por outro lado, se é no interesse dos alunos e da sociedade, isto é exactamente o que eu devo fazer: argumentar com a razão, para que estes normativos não acabem de uma vez com a própria educação, esquecendo-se de que existem alunos no meio da enxurrada de medidas desconexas, incoerentes e impraticáveis.

Artigo 6º
Direito à formação e informação para o exercício da função educativa
1 - O direito à formação e informação para o exercício da função educativa é garantido:
a) Pelo acesso a acções de formação contínua regulares, destinadas a actualizar e aprofundar os conhecimentos e as competências profissionais dos docentes;
b) Pelo apoio à autoformação dos docentes, de acordo com os respectivos planos individuais de formação.
(pois... fui informada de que as minhas faltas apenas a algumas reuniões de Departamento - não falto às aulas com os meus meninos, para poder assistir às aulas da cadeira de mestrado, vão penalizar a minha avaliação na escola, porque não são dadas para provas de avaliação... acontece que os critérios de avaliação da cadeira são a assiduidade, o trabalho desenvolvido para cada sessão e a sua participação nela... e o relatório final ao qual se junta parte da redacção da tese... portanto... fiz a minha opção, já que pago a minha formação e escolhi fazê-la... Paradoxo: sou presa por ter cão e presa por não ter.)
(...)

Artigo 7º
Direito ao apoio técnico, material e documental
O direito ao apoio técnico, material e documental exerce-se sobre os recursos necessários à formação e informação do pessoal docente, bem como ao exercício da actividade educativa
(pois... recursos do nosso bolso... a escola não tem equipamento adequado e é em casa que tudo tem de ser feito, se quisermos realmente fazer trabalho com qualidade... como não há tempo extra para bibliotecas... os livros que os professores têm para crescer profissionalmente, saem do seu orçamento pessoal...)

... tudo, lá está, para ser feito na componente não lectiva... a tal que devia dar também, mas não chega, para as reuniões todas, os papéis todos , as leis todas, os testes todos, preparar as aulas todas, diferenciar, reflectir, individualizar, criar... e muito mais.

Artigo 82º

Componente não lectiva

1- A componente não lectiva (...)abrange a realização de trabalho a nível individual e a prestação de trabalho a nível de estabelecimento de educação(...)

2 - O trabalho a nível individual pode compreender, para além da preparação das aulas e da avaliação do processo de e/a, a elaboração de estudos e de trabalhos de investigação de natureza pedagógica ou científica-pedagógica. (Paradoxo: ao fazê-la -> investigação, repito, vou ser penalizada na avaliação por conta das faltas a algumas reuniões, e estou a fazer investigação-acção em contexto de aula, com turmas, com uma ferramenta recomendada no novo programa de Matemática, numa altura em que o Plano de Matemática é tão falado e se quer tanto melhorar o ensino desta disciplina... porreiro pá! )

3. O trabalho a nível do estabelecimento... são SÓ 13 alíneas de trabalho denso,que juntam tudo num saco... voltando a repetir-se na alínea f) A realização de estudos e de trabalhos de investigação que entre outros objectivos visem contribuir para a promoção do sucesso escolar e educativo

E querem saber onde cabe tudo isto?
Tempo bruto em teoria, arredondado por excesso: cerca de 10 horas semanais..
juntem-lhe as reuniões, que em média retiram cerca de duas horas semanais (muito mais do que isso) o tempo líquido (visão optimista) será: cerca de uma hora por dia para tudo o que ficou descrito.

No dia em que resolvermos passar as 35 h na escola e não fazer mais nada para além disso, a escola morre.

Não sei se algum ser humano conseguiria cumprir este estatuto... a começar por quem nos tutela. Vou contactar o Panouramix... só vai lá com poção ou um faz-de-conta que faz o que não faz. Uma poeira nos olhos.

Assim se tece a hipocrisia de um sistema e a demagogia dos discursos que apelam à excelência e ao mérito. Um embuste. O tempo faz parte da equação da qualidade e da exigência, num trabalho que deve ter tanto de prática, como de reflexão e produção intelectual. Subtraí-lo e exigir na lei impossíveis com as parcas sobras, serve para enganar quem? Serve a quem?

Pois...

Eu não comecei a entrada com esta intenção. Juro que ia só falar de observação enquanto metodologia... mas foi uma raiva súbita que me deu.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Novo manual de Scratch

Novo recurso na página Scratch do MIT (secção portuguesa). Um excelente manual, muito completo, com 12 lições detalhadas.



O autor? Fernando Frederico
(Basta recordar estas duas entradas na teia... a internet é isto mesmo: um espaço de encontro, partilha e conhecimento.)

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Sowing the Seeds for a more Creative Society

Partilhado pela Teresa Silva na plataforma Scratch (CRIE FCUL)

Programação: a nova literacia

Ainda de madrugada... descobri algo importante no blogue de um dos professores da equipa da Universidade de Aveiro (Luís Pedro - (adubai com) nitrato do caos ). Gosto de visões que nos transportem ao futuro. É nisso que ando a trabalhar. Acabei no site Edutopia. Ainda não eram seis da manhã. Não, não é para fugir à realidade (embora a tentação seja grande, com esta realidade tão limitada que nos é imposta), sempre me atraíu o que não consigo nem imaginar que vai haver um dia. Apetece-me contribuir para esse futuro. Ando a tentar fazê-lo. Daqui a pouco estarei na escola (depois de já lá ter estado de manhã) a praticar a arte de aproximar o futuro do presente. A ver se não me esqueço de almoçar...
Ainda sobrou um tempinho para ir ao muito mais deixar lá as pistas recolhidas.

Aqui deixo o fio até lá, para quem se interessar pelo tema:
Programação: a nova literacia

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

terça-feira, fevereiro 05, 2008

GOM Player: Multi CODEC Video Player (Freeware)

Gom Player

Finalmente resolvi (por acaso) os problemas com os vídeos mpg2 da câmara digital Sony e não tenho de os ver apenas no motion picture player, ou passá-los para AVI, se os quero ver com outros tipos de software como o WMF! Há horas de sorte. Claro que continuo a tratá-los para depois os poder usar, mas era frustante tê-los nas pastas e não conseguir vê-los (com certo software tenho som e não tenho imagens, com outro é ao contrário).



A dica veio daqui (embora na divulgação o link para o Gom dê erro e eu tenha tido que procurar the Google way):

OgasaWalrus.com
Freeware and Free & Open Source Software for Proprietary OSes

GOM Player: Multi CODEC Video Player

GOM Player

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Experiência com o Camtasia Studio

O José Oliveira bem avisou aqui sobre a excelente oportunidade.

cam.gif
Camtasia Studio 3 - agora grátis

Eu, achando que seria para sempre, fui adiando e agora só está disponível a versão de experimentação por 30 dias. Acabou-se a versão integral gratuita com acesso a uma chave. Que coisa! Lá terei de comprar o software. É que ontem tive uma ideia e o Camtasia (de utilização muito intuitiva e acessível) permitiu-me antecipar a sua colocação em prática. Embora não deva estar a fazer tudo correctamente (a qualidade do meu vídeo, depois de fazer o upload no imeem, não é grande coisa) a ferramenta serviu bem o intento e deixei o produto no blogue da turminha, AQUI. Olhem que a narração é um improviso de momento um pouco embrulhado! Nada de muito elaborado, mas espero pelo menos provocá-los para a exploração prévia do Sitemeter, antes de falarmos na aula sobre o assunto.

Claro que este programa já está na lista dos favoritos! Com boas ideias (sempre mais importantes do que a ferramenta em si) pode tornar-se um instrumento precioso.

Também publicado no muito mais

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Recursos SCRATCH em língua portuguesa



No contexto da tese de mestrado, que naturalmente tem implicado a tradução de documentos diversos, decidi contactar a equipa do Scratch no MIT para sugerir a criação, na página web, da secção com recursos em língua portuguesa e ligação para locais relacionados, na altura inexistente (muitas línguas representadas, mas a portuguesa não). Gostaram da sugestão e dos materiais que lhes enviei para o arranque desse espaço. Foi, portanto, aberta a porta a este trabalho AQUI onde podem ser consultados os recursos já existentes. Propus, ainda, um envolvimento institucional nesta tarefa para garantir qualidade, continuidade e alargamento da comunidade Scratch em Portugal. A FPCE e a FCUL (cujo CC CRIE tem uma página dedicada ao assunto , já divulgada aqui na teia, com um grupo de trabalho que integrei e onde lancei este desafio) já manifestaram disponibilidade para o trabalho conjunto de continuação do enriquecimento destes recursos. Sugeri à FCUL que colocássemos nessa secção portuguesa o guião de apoio por eles elaborado há tempos para um encontro de matemática. Foi enviado por mim com indicação para ser colocado no topo da lista dos recursos, uma vez que é um excelente instrumento de iniciação à ferramenta.


Deixo-vos aqui os recursos que já estão divulgados na página Scratch do MIT:


(...)

Português / Portuguese
Guia de Exploração do Scratch
Criando com o Scratch
Aprendendo com o Scratch
Programando com o Scratch
Scratch: competências de aprendizagem para o séc. XXI
Scratch e fluência tecnológica (.ppt 2.5MB)
Scratch no site do CC CRIE da FCUL
GT Scratch

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Education at Risk: Fallout from a Flawed Report

JL (HM do Nexus) chamou-me a atenção para este texto que discorre criticamente sobre a recente história da Educação na América (a propósito dos problemas detectados há anos e de um célebre relatório que se destinava a permitir descobrir os caminhos "da salvação"...).

Subscrevo o que me disse por e-mail: substituam-se uns quantos nomes por outros e até parece uma outra história próxima...
O facto não me alegra...
Diz apenas algo sobre a nossa incapacidade de aprender realmente com os erros dos outros. Do nosso vício de importar umas ideias dispersas, aqui e ali, colá-las de qualquer maneira sem ter em conta a nossa realidade e ficar à espera de milagres...
(Se os milagres não acontecem... lá vem mais um bricolage, sempre sustentado na "culpa" de alguém. Reflectir em conjunto, entender a essência dos problemas... para quê?)


Nearly a quarter century ago, "A Nation at Risk" hit our schools like a brick dropped from a penthouse window. One problem: The landmark document that still shapes our national debate on education was misquoted, misinterpreted, and often dead wrong.

by Tamim Ansary
published 3/9/2007


Ler o resto aqui:
Education at Risk: Fallout from a Flawed Report (EDUTOPIA)

Só um excerto... de uma época mais recente (mas para quem se interessar por estas questões, vale a pena enquadrar com o caminho anterior):

(...)
After the 2000 election, George W. Bush dubbed himself America's "educator in chief," and until terrorism hijacked the national agenda, he was staking his presidency on a school-reform package known as the No Child Left Behind Act, a bill that -- as every teacher knows -- dominates the course of public education in America today.

School reform is not a settled issue, however, and the ongoing debate about how best to go about it reflects a larger struggle between two competing ideologies. The many initiatives discussed for changing public education -- accountability, standards, standardized testing, homework, arts in the curriculum, and so on -- comprise one side of that debate.

Consider the analogy, for example, between liberal and conservative approaches to crime and to education. On crime, one side says, "Start with the criminal. Ask what turns people into criminals, what motivates criminals, how we intervene in that process, and how we can alter the conditions that promote transgression." The other approach says, "Never mind who the criminals are: State the rules, catch the violators, and punish them hard so they won't do it again."

When it comes to schools, one side says, "Start with the student. Ask what motivates kids, what blocks them, what gets them to muster their own best learning resources." The other approach says, "Never mind each particular student's wants and needs: Post the curricula, test all students, and punish those who fail."

Testing provides another revealing example. Teachers have always used myriad formal and informal tools to see whether kids are learning what is being taught. No one is against assessment. But testing in the context of today's school reform is not about finding out what kids know; it's about who gets the test results.

Only on-site teachers can really make a broad ongoing assessment that gets at a range of achievements and takes the individual into account. By contrast, uniform standardized testing whose outcomes can be expressed as simple numbers allows someone far away to compare whole schools without ever seeing or speaking to an actual student. It facilitates the bureaucratization of education and enables politicians, not educators, to control schools more effectively.

James Harvey, a member of the commission that produced "A Nation at Risk," expresses concern about the uses made of the report and the direction it has given to school reform. Today, he says, "educational decisions have been moved as far as possible from the classroom. Federal officials are now in a position to make decisions that would have been unimaginable even two years ago. They've established the criteria for disciplining schools, removing principals and teachers, and even defining appropriate curriculum for American classrooms."

Reform, Not Improve
Bush Sr. launched the idea of a national education policy shaped at the federal level by politicians. Clinton sealed it, and our current president built on this foundation by introducing a punitive model for enforcing national goals. Earlier education activists had thought to achieve outcomes through targeted spending on the theory that where funding flows, school improvement flourishes. The new strategy hopes to achieve outcomes through targeted budget cutting -- on the theory that withholding money from failed programs forces them to shape up.

Which approach will actually improve education? Here, I think, language can lead us astray. In everyday life, we use reform and improve as synonyms (think: "reformed sinner"), so when we hear "school reform," we think "school improvement." Actually, reform means nothing more than "alter the form of." Whether a particular alteration is an improvement depends on what is altered and who's doing the judging. Different people will have different opinions. Every proposed change, therefore, calls for discussion.

The necessary discussion cannot be held unless the real alternatives are on the table. Today, essentially three currents of education reform compete with each other.


One sees inspiration and motivation as the keys to better education. Reform in this direction starts by asking, "What will draw the best minds of our generation into teaching? What will spark great teachers to go beyond the minimum? What will motivate kids to learn and keep coming back to school?"
In this direction lie proposals for building schools around learners, gearing instruction to individual goals and learning styles, pointing education toward developing an ever-broader range of human capacities, and phasing in assessment tools that get at ever-subtler nuances of achievement. Overall, this approach promotes creative diversity as a social good.

A second current, the dominant one, sees discipline and structure as the keys to school improvement. Reform in this direction starts by asking, "What does the country need, what must all kids know to serve those needs, and how can we enforce the necessary learning?" In this direction, the curriculum comes first, schools are built around the curriculum, and students are required to fit themselves into a given structure, controlled from above. As a social good, it promotes national unity and strength. This is the road we're on now with NCLB.

A third possible direction goes back to diversity and individualism -- through privatization, including such mechanisms as tuition tax credits, vouchers (enabling students to opt out of the public school system), and home schooling. Proponents include well-funded private groups such as the Cato Institute that frankly promote a free-enterprise model for schooling: Anyone who wants education should pay for it and should have the right to buy whatever educational product he or she desires.

What's Next?
Don't be shocked if NCLB ends up channeling American education into that third current, even though it seems like part of the mainstream get-tough approach. Educational researcher Gerald Bracey, author of Reading Educational Research: How to Avoid Getting Statistically Snookered, writes in Stanford magazine that "NCLB aims to shrink the public sector, transfer large sums of public money to the private sector, weaken or destroy two Democratic power bases -- the teachers' unions -- and provide vouchers to let students attend private schools at public expense."

Why? Because NCLB is set up to label most American public schools as failures in the next six or seven years. Once a school flunks, this legislation sets parents free to send their children to a school deemed successful. But herds of students moving from failed schools to (fewer) successful ones are likely to sink the latter. And then what?


(sublinhados meus)

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Recursos excelentes na "web" acompanhando o livro Research Methods in Education

Lembram-se desta entrada onde referi este livro?

livmetodos.jpg


Bem... preparem-se, não é todos os dias que fazemos uma descoberta assim...

É quase livro de cabeceira e comecei a ver espalhados por ele alguns endereços de internet referenciando certos materiais associados. Olhei para a capa e vi escrito no topo Companion Website... Digitando os endereços, não estava a conseguir chegar lá. Aparecia apenas um site associado (editores www.routeledge.com ) onde a informação/oferta é muita e útil, mas tudo se vende.


Pensei desconfiada: pois, está bem... se quisermos os materiais, teremos de os pagar. Todavia, ainda fiz uma tentativa, depois de ler na introdução The book contains references to a comprehensive dedicated website of accompanying materials. Hummm... achei que haveria uma hipótese de serem gratuitos e escrevi no Google - research methods in education accompanying materials, o que me levou directamente aqui:


Research Methods in Education - Research Methods in Education is essential reading for the professional ... To access the dedicated website of accompanying materials, please visit ...

No texto de divulgação do livro no site anterior encontrei então: ... to access the dedicated website of accompanying materials, please visit

www.routledge.com/textbooks/9780415368780

e lá fui eu... aterrando finalmente no paraíso dos recursos online associados a este livro:


Se experimentarem explorar este site, percebem facilmente a razão do adjectivo "excelentes" para qualificar os recursos gratuitos aqui encontrados... Exemplos em pdf, quadros, tabelas, textos, um sem número de magníficas apresentações de síntese em powerpoint... Ainda me é difícil acreditar. Indispensável! A não perder! Há momentos de sorte...

Deixo aqui o exemplo da primeira apresentação a que vi referência no livro (quando estava a preparar o questionário que apliquei aos alunos de quinto ano) e me fez levantar para ir à sua procura. E aqui e aqui outros dois que vão ser bem necessários nesta fase... E aqui mais uma coisinha diferente... Só para terem uma ideia.

(Entrada repetida no Muito mais)

Já podem assistir à conferência!


As tecnologias permitem. Nós aproveitamos.

Podem ver/rever a conferência aqui:



quinta-feira, dezembro 13, 2007

Bernard Charlot (conferência ontem... em jeito de surpresa)

Fui apanhada de surpresa, mas foi uma boa surpresa.
Ontem às 18 tive ocasião de assistir a:

Conferência "A pesquisa educacional: especificidades de uma área de saber”
Quando: 12 de Dezembro de 2007
Horário: 18h00
Onde: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa Anfiteatro



Organização
Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa

A conferência foi proferida por Bernard Charlot.

Sinopse
Será que pode ser definida e construída uma disciplina específica, chamada Educação ou Ciências da Educação? Bernard Charlot apresenta três respostas possíveis. Primeira: os departamentos de Educação não passam de um agrupamento administrativo de matérias interessadas pela educação. Segunda: esse próprio agrupamento gera uma especificidade das pesquisas, entre conhecimentos, políticas e práticas. A terceira resposta consiste em apostar numa disciplina específica. Nessa última perspectiva, são analisados sete tipos de discursos actuais sobre educação: espontâneo, dos práticos, dos antipedagogos, da pedagogia, das ciências humanas, dos militantes e das instituições internacionais. Nesse campo já saturado de discursos, qual o lugar para um discurso científico específico? Para responder a essa pergunta, Bernard Charlot apresenta algumas propostas teóricas e práticas.

AQUI, encontrei mais informação:

Bernard CHARLOT é graduado em Filosofia e Doutor em Educação pela Universidade de Paris X (Doctorat d’État). Professor emérito em Ciências da Educação da Universidade de Paris 8, onde foi Professor Catedrático e fundou a equipa de pesquisa ESCOL. Atualmente, é Professor Visitante no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe, em Aracaju (Brasil), onde vive.É, actualmente, consultor da UNESCO-Brasil. Foi Presidente da Associação Francesa dos Professores e Pesquisadores em Educação (AECSE) (1990-1996) e membro do Comitê Internacional do Fórum Mundial da Educação de Porto Alegre, do qual é um dos fundadores. É, ainda, membro de numerosos conselhos de revistas especializadas em vários paises.Escreveu 12 livros, organizou mais 5, publicou muitos artigos e capítulos em outros livros. Os seus livros foram traduzidos no Brasil, em Espanha, na Grécia, em Itália e no Uruguai. Das obras mais recentes, destaque para o livro Relação com o saber, Formação dos professores e Globalização (Porto Alegre, ARTMED, 2005).

Para ir um pouco mais longe (justifica-se, foi muito enriquecedor ouvi-lo)

UNIGE

Publicações recentes:

Charlot, B. (dir.) (1994) L'école et le territoire : nouveaux espaces, nouveaux enjeux, Paris, Armand Colin.
Charlot, B. (1999)
Le rapport au savoir en milieu populaire. Une recherche dans les lycées professionnels de banlieue, Anthropos.
Charlot, B. (2000)
Du Rapport au savoir. Éléments pour une théorie, Anthropos, 1997. Traduit en Grèce en 1999 et au Brésil en 2000.
Charlot, B. (Dir.) (2001)
Les jeunes et le savoir : perspectives internationales, Anthropos, 2001 (à paraître).
Charlot, B., Bautier, E. et Rochex, Y. (1992)
École et savoir dans les banlieues et ailleurs, Paris, Armand Colin.

E mais:

Revista educarede - entrevista Bernad Charlot

Entrevistas / Palestras

Collège des CPE - Conférence de Bernard Charlot du 29 novembre 2001

Présentation du livre: Du rapport au savoir de Bernard Charlot


(entrada repetida no Muito mais)

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Matemática, leituras, avaliação, critérios e...

Pois...


andei a tecer noutra teia paralela... (Mat teia)


Sábado teci isto
http://matteia.blogspot.com/2007/12/bom-ir-lendo.html


ontem teci isto
http://matteia.blogspot.com/2007/12/critrios-de-avaliao.html


e assim se me acabou a seda para hoje.


(Sobrou só um fio... este que vai daqui até lá, caso ainda vos sobre a vocês tempo e paciência.)

domingo, dezembro 02, 2007

Métodos/Estudos Mistos...

Aqui às voltas... descobri estes documentos (Estudos mistos e de avaliação - Metodologias de Investigação):

www.educ.fc.ul.pt/docentes/ichagas/mi1/mistosavaliacao2.pdf

www.educ.fc.ul.pt/docentes/ichagas/mi1/mistosavaliacao1.pdf

Se fizerem falta a mais alguém...

sábado, dezembro 01, 2007

O investigador "mineiro"...

Comecei aqui a escavação (comprei na última ida à Universidade).
.


Lá dentro, depois de reler o artigo da F. Costa (Tendências e práticas de investigação na área das Tecnologias em Educação em Portugal ) detive-me na bibliografia...

Os trabalhos de Papert estão sempre entre os meus eleitos. Reparei que um deles já estava em meu poder, descoberto por outras vias nas sondagens profundas a esta mina chamada internet (e que divulguei no blogue Muito mais há uns tempos). Outro intrigou-me e abriu-me o apetite. Percebi que se encontrava integrado num livro da Gulbenkian - Novo conhecimento, nova aprendizagem... e aí fui eu...




À primeira, em versão pdf, descubro uma versão inteirinha do dito livro. Para além do artigo de Papert (Change and resistance to change in education...), descubro mais diamantes lá dentro... fértil leitura. Precisava de alguns dos fios que lá encontrei.

Depois... puxando por esses fios e por outros, numa deambulação orientada pelas questões da teoria da complexidade e do pensamento complexo, chego aqui.



Mineiro, sim.
Outras preciosidades úteis feitas de ideias que brilham através das palavras...

Foi um bom dia (ontem)!
Partilho, porque a partilha é parte essencial do caminho.

(entrada repetida no Muito mais)

terça-feira, novembro 20, 2007

Dictionary



Na manhã do Domingo que passou, na RTP 1 divulgaram esta ferramenta.

Provavelmente já conhecem... mas eu não conhecia e fiquei bem impressionada.

Cheio de potencialidades... Explorem que vale a pena.

Pronto. Está partilhado o meu deslumbramento.

segunda-feira, novembro 12, 2007

Vê-los crescer...

Acabei de receber estes "apelos" em comentário à mensagem anterior...
Explico-os (aos comentários) e divulgo o projecto a que se referem. Fui apanhada de surpresa... ou nem por isso. Estes "miúdos" têm o turbo ligado e com pouco da minha parte, uma dica aqui, uma pista acolá, uma explicação hoje, um estímulo amanhã... acontece magia. As relações que temos vindo a construir desde há mais de um ano ajudam, sei. Mas tenho muito que aprender com eles! Essa é a parte melhor... eles já vão lá mais adiante!

Teresa disse...
Professora! Consegui! Já construí o projecto scratch de ciências :) já o pus na minha galeria vou tentar enviar à professora :) Se não der, tento passar para uma pen e entrego à professora. Beijinhos.
9:03 PM
Teresa disse...
Professora já criei uma conta no scratch. Já pus o meu trabalho na galeria. Se quiser ver ponha em search, telle. E depois nessa página procure corpo. Beijinhos. Espero que goste:D
9:18 PM
28 na sala disse...
Professora,vá ao turbeturma, já lá pus o meu trabalho do scratch. :D. Beijinho. Teresa


Pois...
Desde o início do ano que partilhei com a turma do 6º... primeiro o endereço, depois o programa... as potencialidades... o vídeo que traduzi com o mojiti... o meu único projecto (o tempo não chega para mais), fui sabendo quem instalou, quem ia avançando (ainda vamos apenas em 10 alunos com o programa instalado), o que iam fazendo, como... pequeninas conversas... sugestões... dúvidas partilhadas entre todos. Bem, na última aula de apoio de Matemática (onde é suposto irem dois, mas nunca vão menos de quatro) instalámos o Scratch e experimentámos... mais uns com vontade de experimentar, foi o que consegui. Tenho sugerido que usem o programa direccionando os projectos para a construção de actividades que vão reforçando as aprendizagens das aulas. Pequenas demonstrações, actividades interactivas. Fracções... sistema digestivo, mas sem cortar nunca a possibilidade de fazer coisas só pelo prazer de explorar e experimentar. Pelo contrário. É por aí que devem começar.
Na aula de estudo acompanhado da semana que passou... recordar (projectando) como instalar, para tentar motivar os mais ausentes. Vários alunos foram até ao quadro e explicaram à turma os projectos que já fizeram ou em que estão a trabalhar. Curiosamente, nem foi mau que a internet tivesse falhado, porque tiveram de encontrar uma forma, algures entre as palavras e os esquemas no quadro, para comunicar as ideias e isso é competência que insisto em desenvolver todos os dias um bocadinho. Um projecto com um barco que vai e vem, falando dos descobrimentos, um de fracções já iniciado, menina em trampolim falando em inglês, sistema digestivo iniciado... e mais uns quantos... o interesse pareceu crescer com a partilha. (Era um dos objectivos). Fui colocando questões... mas porque usaste 79 graus? E que instrução deste para ele não sair das margens? E isto? E aquilo? E como conseguiste que a menina desse uma cambalhota no ar? E eles explicando... sem poder mostrar os programas escritos (mais tarde partilharão ao vivo nas galerias do Scratch). Foi bom. Foi muito bom. Em alguns casos foi mesmo surpreendente, se pensarmos no caminho que já fizeram e no imenso que progrediram do ano passado para este. O Scratch parece ter também esta potencialidade de abrir janelas, portas, oferecer confiança, desinibir pelo aumento da auto-estima, pela colocação em evidência de outras competências menos comuns: a capacidade de programar o computador, de o fazer obedecer à nossa vontade, concretizando as nossas ideias...
E depois do que a minha alunaTeresa partilhou, acabei de ficar com uma certeza:
acabaram-se as certezas...vou ter muitas surpresas este ano!

Nota: antes de fazer o que é pedido (carregar na barra de espaços), clicar primeiro com o rato para activar o "applet". E não se esqueçam de experimentar o jogo interactivo das perguntas!

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domingo, novembro 11, 2007

iTunes U: a universidade num iPod

Atenção a esta entrada de JL no NEXUS (é pessoa com inclinação para os descobrimentos tecnológicos... ou não fosse ele professor de História, com uma fortíssima queda para as Tecnologias...)

iTunes U: a universidade num iPod

A internet é um universo de informação cheio de pequenas pérolas. Hoje, redescobri um desses tesouros a explorar: o iTunes U, lançado pela Apple há já algum tempo e que disponibiliza desde cursos de universidades como o MIT, Stanford ou Yale ou museus como o Smithsonian. As lições podem ser vistas/ouvidas no iTunes ou descarregadas para um iPod.

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