Como? Não és o tempo?
(Desculpa... assim à distância parecia...)

Descobri AQUI (Blogue Miragens do Prof. Fernando Costa da FPCE)
e "roubei".
Pode ser visto AQUI (a entrevista é algures a "um terço" do início...)
Questão importante: modelo de formação dos professores. É bom que seja em contexto. É bom que também possam ser colegas mais experientes a partilhar com pares. É bom existirem condições para que tal aconteça. E leva tempo, muito tempo. A mudança é assim.
Não me esqueço dos muitos momentos de formação informal, noutros tempos com tempo, entre pares. Bebi muito de colegas mais experientes (obrigada Jakim!), já dei de beber a muitos colegas que tinham sede. Agora já ninguém tem tempo para matar a sede a ninguém. Esse tempo fundamental de partilha e formação desapareceu da escola, substituído por coisas que em nada a acrescentam, pelo contrário, avança o exercício de subtracção do essencial. E os mentores parecem esquecer que, para além desse tempo de formação, também o modelo de funcionamento da escola tem de ser diferente... e tem de existir tempo para o professor acompanhar os trabalhos e projectos (TIC, ou outros) dos alunos fora da sala de aula, muitas vezes a partir de casa, virtualmente, extendendo a sua acção e influência... Porque a escola não é só paredes e retalhos espalhados pelo tempo fragmentado, não é só correria, papéis e reuniões estéreis.
Em contrapartida, anunciam-se cada vez mais computadores e mais planos tecnológicos.
Sem tempo... isso serve exactamente para quê? Isso serve exactamente a quem?