segunda-feira, janeiro 28, 2013

Finlândia: «É uma honra nacional ser professor do 1.º ciclo"»

El país nórdico lidera el informe PISA con una enseñanza gratuita que pone en Primaria a los profesores más preparados

Ler AQUI 



Así consigue Finlandia ser el número 1 en Educación en Europa

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No es de extrañar que los profesores estén muy bien considerados socialmente en Finlandia. «Es un honor nacional ser maestro de Primaria», aseguró el pasado 25 de septiembre en Madrid Jari Lavonen, director del Departamento de Formación al Profesorado de la Universidad de Helsinki. 

Harri Skog, secretario de Estado de Educación de Finlandia desde 2006, resumía en una frase la importancia de este proceso: «La educación es la llave para el desarrollo de un país». Por eso el país nórdico dedica del 11 al 12% de los presupuestos del estado y los ayuntamientos a financiar este modelo de educación. «Es una política inteligente que les está dando fruto», considera Melgarejo, sin las presiones de Corea o Japón, otros países destacados en PISA.

Parece tão simples, não parece?

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Em 2025...?





Observe and Design: redesigning the school
 
What will schools look like in 2025? How will innovations such as fast Wi-Fi connections, 1:1 computing, and bring-your-own-device affect the teaching/learning process? Will learning take place in the traditional classroom dynamic, or will there be more flexible, open spaces, and more independent learning?
These are the questions and challenges that Ministries of Education across Europe are contemplating as they develop strategies to engage with developments in educational technologies and pedagogical practices. The iTEC* project is working to develop the classroom of the future by developing innovative learning activities. These activities, developed with input from all stakeholders in the educational process, provide teachers with the space and support to introduce the principle of innovation to their classroom practice. (...) (ler mais)
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... temo que em Portugal (e mais uma vez constatei isso ontem na sessão de formação em Alcochete , no que se refere ao 1.º ciclo e pré-escolar... os eternamente abandonados à sua sorte quando a crise aperta) se continue a avançar em dois caminhos e duas velocidades sem encontro à vista:
- as escolas-filhas, nos grandes centros,  as mais modernas equipadas ou com possibilidade de serem equipadas e ter as melhores oportunidades de aprendizagem para o século XXI  (eventualmente... se a "contenção" não impedir esse caminho, na época pós-magalhães - os alunos com Magalhães só estarão nas escolas até ao final de 2013/2014 e, para o ano, são apenas as turmas no 4.º ano)
- as escolas-enteadas, perdidas nesse Portugal interior ou rural que já pouco têm e que com pouco ficarão (sim, têm o Amor, vontade e dedicação dos seus Professores que é imenso mas não chega para resolver tudo).

Com demasiada frequência encontro professores que respondem às minhas propostas, formação, partilha de práticas e entusiasmos dizendo: há um computador na minha escola (sala de professores) e eu levo o meu portátil pessoal para a aula... e já não tenho alunos com computador... faço como?
Em 2025?  
Não consigo pensar a esta distância no meu pequeno país. Já ficava feliz se realmente existisse um plano para 5 anos que fossem.
Sou tendencialmente otimista e sonhadora, sim, mas o real vai-me colando os pés ao chão muitas vezes, demasiadas vezes. Receio que continuem as assimetrias nos países pobres que escolhem a educação e a saúde (as pessoas) como áreas de desinvestimento. Umas escolas terão cada vez mais, outras cada vez menos. Adivinhem lá quais as que terão muito e as que pouco terão? Nos países desenvolvidos os primeiros anos de escolaridade são os mais importantes... Aqui, em muitas escolas (1.º ciclo e pré-escolar), ou algo muda e depressa, ou a curto prazo regressaremos ao apenas ler, escrever e contar... e ainda por cima mal.
Que justiça nas assimetrias? Nenhuma.
Questão de sorte ou azar.
Um destino que não se escolheu.
Caminhar no terreno ombro a ombro com tantos professores e tantas escolas (de periferia) dá-nos uma noção exata do que é o país real. Saímos do nosso cantinho quente, confortável e seguro de uma sala de aula equipada (por sorte do destino) e percebemos que as pessoas não precisam apenas de formação, conhecimento, ideias. Estão a precisar de esperança. E eu levo o conforto possível, caixeira-viajante que os escuta e lhes mostra como é possível fazer diferente e melhor, lhes conta histórias felizes de outros lugares por onde passo e que gostavam (eu gostaria) fossem as suas histórias também. Mas não é suficiente. Eu não tenho a resposta de que precisam. Só me preocupo e os abraço, deixando sementes para um dia. 
Dia que eu desejo que chegue... um dia.
Dói especialmente aos que já experimentaram o lado especial da inovação com excelentes resultados (para esses  professores e alunos o Magalhães teve um papel fundamental) e agora estão prestes a ficar sem nada, só porque vivem e trabalham na zona onde o sol (ainda) não chega(ou). 
O tal sol de que dizemos: quando nasce, é para todos.
Devia ser, não devia?
Pois...

* O iTEC é um projeto europeu importante que também faz parte das minhas atuais funções apoiar. Muitos professores portugueses (alguns deles desafiados por mim e que aceitaram participar) estão envolvidos em experiências de enorme qualidade, que acompanho com alegria e entusiasmo. Nenhum deles pertence ao pré-escolar, primeiro ou segundo ciclos, porque o projeto se destina a escolas do 3.ºc/sec.

quinta-feira, janeiro 24, 2013

tech_addiction? (I would love to have this... :)

 ver AQUI

e AQUI

e



Samsung Galaxy Camera com Android Jelly Bean


... tentação... (mesmo em tempo de contenção :)

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Learn to Code, Code to Learn: Mitchel Resnick

Reading, Writing, and Programming:

Mitch Resnick at TEDxBeaconStreet Most people view computer coding as a narrow technical skill. Not Mitch Resnick. He argues that the ability to code, like the ability to read and write, is becoming essential for full participation in today's society. And he demonstrates how Scratch programming software from the MIT Media Lab makes coding accessible and appealing to everyone -- from elementary-school children to his 83-year-old mom. As director of the Lifelong Kindergarten group at the MIT Media Lab, Mitch Resnick designs new technologies that, in the spirit of the blocks and finger paint of kindergarten, engage people of all ages in creative learning experiences.

 


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Learning Without Frontiers Mitchel Resnick - Learning from Scratch 

terça-feira, janeiro 22, 2013

A Virus Called Fear - Documentary Short Movie

Very few people understand the programming of fear, and why it distorts our perceptions. While fear is a program used for our survival, fear also creates irrational beliefs that cause larger systems of fear like politics, religion and the media. "A Virus Called Fear" is a short film about the conditioning of fear, and what irrational fears can lead to.

A Zaki Gordon Institute for Independent Filmmaking student documentary short. Written and directed by Ben Fama Jr.

2013 Official Selection Sedona International Film Festival
2012 Official Selection Prescott Film Festival
2012 Jury Prize Award for Best Arizona Short Film, Prescott Film Festival
2012 ZGI Film Festival Award for Screenwriting
2012 ZGI Film Festival Award for Best Editing/FX
2012 ZGI Film Festival Award for Best Director


segunda-feira, janeiro 21, 2013

sábado, janeiro 19, 2013

Arrábida da Serra ao Mar - Património Mundial da Unesco

Muito especial
o lugar
o vídeo

para ver e rever
(um privilégio viver aqui tão perto)



Programa emitido pela SIC no dia 6 de Janeiro de 2013, com realização de Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, produzido pela TRADIVÁRIUS e patrocinado pela AMRS (Associação de Municípios da Região de Setúbal).

http://www.unesco.pt/antigo/arrabida.htm

terça-feira, janeiro 15, 2013